quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Maratona das 48 horas


Com este frio, para fazer aquecer, vamos pôr toda a gente a correr…

Maratona das 48 horas… com 48% de desconto.
Só até dia 16.01.2010 até às 15h00

Nos seguintes produtos, com stock limitado:

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Programa para aumentar a definição muscular

 Definição muscular
Quando atingimos os objectivos ao nível dos ganhos de massa muscular, passamos à fase de definição muscular.
O que se pretende não é aumentar a massa muscular, mas sim mantê-la, tonificá-la, e perder a gordura que a cobre.

Uma vez eliminada a gordura em excesso, através da actividade física e uma alimentação e suplementação adequadas, os músculos tornam-se mais visíveis, definidos e bonitos.

Para aumentar a definição muscular, devem ser seguidas algumas regras. Lembre-se que estas medidas são gerais, e que se deve seguir sempre um aconselhamento nutricional para o seu caso particular.

Objectivo – Aumentar a definição muscular

- Dieta
Quando pretendemos aumentar a definição muscular, devemos utilizar uma dieta hipocalórica. Uma vez que estamos a aumentar a nossa definição muscular, torna-se necessário proporcionar ao corpo todos os nutrientes fundamentais para o ajudar a manter essa estrutura – as proteínas – e ao mesmo tempo, dar-lhe toda a energia para os treinos exigentes a que o sujeitamos. Por norma, para se aumentar a definição muscular, o atleta deve consumir 30cal/kg peso corporal/dia, o que corresponde aproximadamente a um deficit de 500 a 1000 calorias diárias. O total calórico ingerido diariamente deve ser constituído essencialmente por proteínas, em detrimento dos hidratos de carbono e das gorduras, constituindo estas últimas 15% do total calórico ingerido. As gorduras devem ser de preferência poli e monoinsaturadas (peixe, azeite, frutos secos, oleaginosos). As gorduras saturadas, presentes na carne e produtos lácteos, devem ser reduzidas; carnes vermelhas devem ser substituídas por carnes brancas e os lacticínios devem ser magros.

- Dietas hiperproteicas
As proteínas são os principais constituintes do nosso músculo, a sua falta pode levar à degradação e destruição muscular. Dietas ricas em proteínas (especialmente os isolados e concentrados do soro de leite) e baixas em hidratos de carbono, promovem a degradação de gorduras pelo aumento da termogénese, contribuindo por isso para uma maior definição muscular.
Uma dieta hiperproteica, acompanhada com hidratos de carbono, aumenta os níveis de insulina e de hormona de crescimento no sangue. Estas duas hormonas anabólicas vão promover a absorção proteica e a síntese de aminoácidos, aumentando assim a definição muscular. Por essa razão os hidratos de carbono (especialmente os complexos) devem ser consumidos de uma forma moderada, ou seja, aproximadamente 2g/kg/dia.

Regras para aumentar a definição muscular
1 - Comer, no mínimo, 6 vezes ao dia, utilizando alimentos calóricos.
2 - Diminuir a quantidade de alimentos ingeridos em cada refeição.
3 - Utilizar os batidos (Whey) de nutrição desportiva, que podem ser usados eventualmente como substitutos de refeição.
4 - Ter em atenção que as gorduras só devem fornecer nesta fase 15% das nossas calorias diárias. Apesar disso, o consumo de ácidos gordos essenciais deve ser mantido.
5 - Consumir cerca de 3 a 4g proteína/kg/peso/dia.
6 - Realizar um programa de treino de “secagem” regularmente.
7 - Diminuir a ingestão calórica diária em 500-1000 cal/dia no máximo, para além do dispêndio calórico.
8 - Consumir 30 cal/kg/peso/dia.

Suplementos para aumentar a definição muscular
Para, além da alimentação, os suplementos nutricionais são uma poderosa ajuda para quem quer, aumentar a definição muscular.
1 - Estimulantes da testosterona e hormona de crescimento: Estas duas hormonas têm um efeito anabólico, contribuindo para o aumento da definição muscular.
ZMA - 3 cápsulas ao deitar
2 - Mobilizadores de gorduras: Retiram as gorduras não essenciais armazenadas no tecido adiposo, transportando-as para a corrente sanguínea; facilitam a passagem destas gorduras da corrente sanguínea para o fígado, células musculares e rins, onde são transformadas em energia ou excretadas.
- L-Carnitine líquida - Tomar 1 shot 1H antes do treino. Apenas toma nos dias que treina.
- Mega CLA da GoldNutrition – Tomar 2 cápsulas ao almoço e 2 ao jantar.
3 - Batidos hipocalóricos hiperproteicos: Aumentam o metabolismo, a termogenese, a recuperação e a definição muscular.
- Total Whey da GoldNutrition – Batido praticamente isento de gordura, com uma e evada concentração em proteínas, nomeadamente isolados e concentrados do soro do leite. Tomar ao pequeno-almoço, lanche, após o treino ou, ao deitar.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Guerra ao colesterol – 10 Conselhos


Afaste-se do grupo de risco “colesterol elevado”.
Sem sintomas nem aviso, a hipercolesterolemia surge silenciosa e é um dos factores que contribui para as doenças cardíacas e as cardiovasculares.

Perder peso é um bom princípio
Problemas como o colesterol elevado e a aterosclerose são mais comuns em pessoas com excesso de peso. Avalie o seu Índice de Massa Corporal (IMC) e meça o seu perímetro abdominal. Se forem, respectivamente, superiores a 25 e a 80cm (mulheres) ou 94cm (homens), combata os quilos extra ainda antes de declarar guerra ao colesterol.

Carnes magras, peixes gordos
Até mesmo as carnes magras não devem ser consumidas mais de 2 a 3 vezes por semana. Evitar a gordura visível das peças de carnes e nunca juntar, na mesma refeição, carne e queijo. Os peixes gordos como o salmão, o atum e as sardinhas são ricos em ácidos gordos ómega 3, que ajudam a baixar os triglicéridos e o risco de arritmias cardíacas. A Opção inteligente é cozinhá-los na grelha ou a vapor.

Cuidados com gorduras trans
A gordura saturada - a que se encontra na carne, lacticínios e alguns óleos – sempre foi encarada como a grande responsável pelos níveis elevados de colesterol. Os últimos estudos apontam culpados mais específicos: são os ácidos gordos trans, presentes em fastfood, fritos, bolachas e margarinas que podem elevar perigosamente o colesterol no sangue. Prefira azeite virgem ou óleo de canola e, se não consegue abdicar de margarina, opte por uma com valores muito reduzidos de gorduras trans.
Substitua leite de vaca pelo de soja, sem colesterol e mais nutritivo.

O poder das fibras
As fibras são verdadeiros “desentupidores arteriais”. As fibras solúveis (aveia, cevada, ervilhas, produtos integrais) têm uma grande capacidade de absorção de água e colesterol, contribuindo para a eliminação do colesterol em excesso.

Vegetais sem contra-indicações
As verduras e os legumes são ricos em fibras, isentos de colesterol e praticamente não têm gordura. Prefira-os cozinhados a vapor — método que mantém a maior parte dos nutrientes — e realce o seu sabor com ervas aromáticas e especiarias.
O consumo de vegetais, frutas, legumes e cereais integrais, mesmo a curto prazo, pode melhorar consideravelmente o perfil lipídico.

Muita fruta
Uma peça de fruta pode constituir um bom snack entre refeições, benéfico para a sua linha e para o seu coração. Isto acontece devido ao seu poder antioxidante (ex: mirtilos), que aumenta o colesterol HDL, e à sua riqueza em fibras (ex: a pectina da maçã) que ajuda a reduzir os níveis de colesterol LDL. Não se esqueça de comer as frutas com casca. De preferência, cinco peças por dia.

Caminhar é um bom remédio
Segundo a Sociedade Portuguesa de Aterosclerose, “a prática regular de exercício aeróbico, como nadar, caminhar com bom ritmo, andar de bicicleta, ou jogar ténis, aumenta o nível de colesterol HDL, diminui o nível de triglicéridos e poderá baixar o nível de colesterol LDL”. A American Heart Association propõe 30 a 60 minutos por dia na maior parte dos dias da semana. Mas pode simplesmente aceitar a sugestão de Hipócatres: “Caminhar é o melhor exercício do homem”.

O mito do ovo
É recomendado não exceder os 300mg por dia. O consumo de ovos tem sido limitado, tendo em conta que cada ovo possui cerca de 213mg de colesterol.
Mas serão mesmo os ovos os maus da fita? Existem estudos que provam o contrário: uma pesquisa da Sociedade
Americana do Cancro revelou que as pessoas que evitavam estes alimentos tinham uma taxa superior de morte por ataque cardíaco comparada com quem incluía ovos na alimentação.

Leguminosas secas
Dada a sua riqueza em proteínas, as leguminosas secas são uma boa alternativa para substituir, pelo menos duas vezes por semana, uma refeição de carne.

Suplementos anti-colesterol
Os ácidos gordos ómega 3 (500 a 1800mg de EPA e DHA/dia) são anti-inflamatórios e controlam os triglicéridos; a niacina, ou vitamina B3, regula os níveis de colesterol no organismo, assim como as fibras, o extracto de alho envelhecido e red yecst rice.
Consulte os rótulos e não exceda a dosagem recomendada.

A nossa sugestão:

Confira os resultados:
- HDL (colesterol “bom”): > 45mg/dl
- LDL (colesterol “mau”): < 115mg/dl

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Silício


É considerado o nutriente esquecido pela comunidade científica, mas existe em todos os organismos vivos e tem o dom de rejuvenescê-los. Por dentro e por fora.

Em inglês, diz-se “Silicon”, e por aqui se adivinha o resto e muito mais. Além de ser usado na informática e ter dado nome a um vale americano onde se concentra esta indústria, o silício existe em todos os organismos vivos, actua beneficamente a vários níveis e ainda potencia a acção de outros nutrientes.

É benéfico para o cabelo, unhas, tracto intestinal, ossos e articulações, artérias e cérebro. E um estudo recente demonstra ainda que uma alimentação pobre neste mineral está relacionada com um risco acrescido de desenvolver doença de Alzheimer. Há quem associe o silício a uma maior longevidade, e pode haver razões para isso.

Como actua?
Pesquisas feitas pelo Grand Forks Human Nutrition Research Center (GFHNRC), do departamento de agricultura dos EUA, confirmam que o silício estimula a formação de colagéneo, uma proteína que dá força e flexibilidade aos ossos e tecidos.
A nível interno, desempenha um papel importante na formação e manutenção de todos os tecidos elásticos - veias, artérias, membranas, tendões – e contribui para a calcificação dos ossos e reestruturação do tecido conjuntivo.
Sendo também conhecido como o mineral da beleza, melhora a elasticidade da pele e a cicatrização de feridas, e é responsável pela resistência de cabelos, unhas e dentes.

Recomendado para
É indicado para problemas como arteriosclerose, raquitismo, tecido conjuntivo, timo ou formação anormal do esqueleto. Na digestão, o silício em forma liquida tem a capacidade de expulsar toxinas nefastas, sendo útil em caso de indigestão, acidez, diarreia, vómitos, úlceras e flatulência.
Actua ainda sobre as inflamações, hidratando a pele e mucosas, e tem acção hemostática, purificante, adstringente e rernineralizante. A insuficiência deste mineral leva a acentuados sinais de envelhecimento.
Além da suplementação, o silício pode ser encontrado em fontes exteriores na alimentação. De acordo com o Total Diet Study, da Food and Drug Administration (FDA), a agência norte-americana que regula os medicamentos e fármacos, são as bebidas (55%) como a cerveja, café e água as maiores fontes de silício, seguidas dos cereais (14%) e vegetais (8%).

Dosagens e conta-indicações
Por algum motivo, o silício é considerado o mineral esquecido. A dosagem diária recomendada não está apurada e a sua toxicidade é ainda desconhecida. A GFHNRC adianta como dosagem diária provavelmente adequada 5 a 10mg de silício de elevada absorção. Quanto às contra-indicações da suplementação, calcula-se que a toma de até 700mg por dia seja inofensiva.

Apresentações
- Gel

O silício (Si) é o 14° elemento da tabela periódica e o segundo mais abundante no planeta, a seguir ao oxigénio. Não existe na Natureza isoladamente, apresentando-se combinado com o oxigénio - constituindo o bi ou dióxido de silício, ou sílica (SiO2) - ou em outras combinações, sob a forma de silicatos. O quartzo, o cristal, o vidro e o pyrex são alguns materiais onde este mineral está presente.
Revista 100% Natural

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O meu creme - Como perdi 6 centímetros em 30 dias


“Sentia-me triste com o meu corpo e inibida. Um dia de compras deixou de ter tanto prazer, o mesmo com a praia e piscina. A ideia do biquíni assustava-me. Despir-me era algo que já não me dava prazer e fugia dos espelhos. Também o facto de ter passado a usar um número acima na roupa, preocupavam-me”, assume Catarina, 32 anos.
A solução parecia esconder-se num creme que foi considerado a grande inovação nos EUA em 2006, mas só este ano chegou a Portugal: o Trimgel Slim 3D.

O Adelgaçante
“Há muito que precisava de perder a barriga. Apesar de ser magra, sofria de flacidez e de acumulação de gordura na cintura. Isso impedia-me de usar tops, saias e calças descaídas, pois tinha sempre receio de mostrar essa zona. Também o inicio do Verão se antevia traumático. Tenho urna amiga que viveu nos EUA e que um dia me disse que tinha chegado a Portugal um produto que tinha feito muito sucesso quando foi lançado nos EUA e que poderia resolver o meu problema. Resolvi experimentar e tive um excelente resultado”, conta Catarina, que assume sem tabus: “Sentia-me pouco confiante e menos à vontade com o meu corpo. E isso comprometia a minha relação comigo e com os outros.”

Menos 6 centímetros
Na realidade, Catarina não tinha grandes expectativas. “Já tinha tentado muita coisa e tudo tinha falhado. Uns porque não resultavam, outros porque eu não conseguia seguir o tratamento, porque exigiam muita disciplina e muito sacrifício.” Com o Trimgel Slim 3D “foi muito fácil, precisei apenas de alguma disciplina”, revela. Aplicava o creme duas vezes por dia, de manhã e à noite. “Em alguns dias apliquei três vezes, quando tomava banho antes de um jantar ou de uma festa. A aplicação era sempre seguida de urna massagem e sentia logo a barriga mais firme. No fundo, não tinha de fazer mais nada”, descreve.
Catarina perdeu seis centímetros e reduziu um tamanho de roupa passou de um 38 para um 36, “ficando a roupa completamente confortável, ou seja, nada apertada. O que nem sequer imaginam como é bom para a auto-estima e para a confiança”, desabafa.

O novo look
Ao perder seis centímetros, garante que recuperou a imagem e o corpo que á tinha tido: “Ao começar a fazer efeito - e o creme começou a fazer efeito desde as primeiras aplicações (ao fim de alguns dias já sentia a barriga mais firme e magra) - isso levou-me a seguir uma pequena restrição alimentar que também me permitiu perder cerca de quatro quilos nestes últimos 30 dias. E tudo junto fez-me sentir muito melhor comigo e com o meu corpo.”
Catarina continua a aplicar o creme e não sabe se vai parar. “Fiquei com medo de parar, pois os resultados foram tão bons que tenho medo que se parar volte tudo outra vez. Além disso se perder mais um ou dois centímetros também não me faz mal, antes pelo contrário”, confessa.
A influência sobre as pessoas à volta foi quase imediata. O impacto do Trimgel Slim 3D não se fez esperar. “Já tenho mais três amigas a usar o creme e a verdade é que todas estão a ter resultados. Só isso demonstra bem o impacto que tenho tido junto das minhas amigas. Elas sabiam como eu queria perder gordura localizada na cintura e a flacidez, e depois de saberem dos resultados sentiram inveja”, conclui.

Com a promessa de combater eficazmente a gordura localizada e a celulite, Trimgel SIim 3 D surgiu nos EUA em 2006. Três anos depois, o creme que reclama inovação e uma nova fórmula revolucionária, chega a Portugal. Segundo a marca, Trimgel “possui uma combinação única de propriedades activas derivadas de matérias-primas naturais, que foram reunidas num gel hipoalergénico”.
Este gel anuncia ter uma estimulação activa de: “Eliminação de gorduras a nível celular, mobilização da gordura, redução da acumulação localizada de gordura subcutânea, redução do aspecto “casca de laranja” da pele e ainda firmeza da pele, evitando que a pele fique flácida e com estrias após a perda de peso, com o resultado final: aspecto visivelmente melhorado da pele.”
O gel deve ser aplicado nas “áreas problemáticas” onde a gordura se acumula, duas a quatro vezes por dia para alcançar os resultados desejados. E beber no mínimo dois litros de água por dia, para que o organismo possa eliminar rapidamente as toxinas.
Revista Happy

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

10 Dicas para começar o novo ano em forma


Apresentamos-lhe 10 dicas que o vão ajudar a conquistar o corpo desejado. O início do novo ano é apenas um incentivo… comece já a adoptar algumas atitudes para ficar em forma, com saúde.

1. Conheça a sua composição corporal
É mais difícil alcançar seu objectivo se você não conhece o seu ponto de partida. Este é fundamental para que determine metas alcançáveis. Uma boa opção é calcular o seu percentual de gordura. Fazendo medições frequentes, também poderá avaliar se o exercício que pratica, ou a suplementação que toma, estão a provocar os efeitos esperados.
Também aconselhamos que meça o seu índice de massa corporal.

2. Faça 6 refeições por dia
Se já ouviu isso inúmeras vezes, mas o dia-a-dia não o deixa adoptar esta prática, é preciso fazer um esforço e se organizar, pois essa é uma dica muito importante. Ao concentrar o consumo calórico em três grandes refeições, provoca picos de insulina, que estimulam o armazenamento de gordura.
Ao fraccionar as refeições, os níveis de insulina ficam constantes. Como esta hormona é importante para o metabolismo das gorduras e para a construção muscular, esta atitude irá ajudá-lo a emagrecer e a ganhar músculos.
Se você tem pouco tempo para preparar refeições ou passa a maior parte do dia na rua, as barras e os substitutos de refeição são opções nutritivas e saudáveis.

3. Treine 3 a 4 vezes por semana
Treinar com intensidade 3 a 4 dias por semana estimulará os músculos e o metabolismo sem o risco de overtraining. O aumento da massa muscular é responsável por um consumo maior de calorias por dia e facilitará seu emagrecimento.

4. Ingira gorduras para perder gorduras
Os ácidos gordos essenciais, também chamados "gorduras boas", são necessários para o seu organismo por múltiplas razões: regulam a produção de hormonas, ajudam a manter o sistema imunitário fortalecido, ajudam a regular o nível de colesterol e deixam o cabelo, as unhas e a pele com aspecto mais saudável.
Estas gorduras são encontradas no azeite, nos óleos de canola e de girassol e no abacate. Porém, tanto as dietas altamente calóricas como as pouco calóricas podem ser deficientes destas "gorduras boas".
Pessoas que procuram um emagrecimento saudável usam suplementos de ácidos gordos essenciais, porque eles causam um efeito positivo no metabolismo corporal.
E quem procura o desenvolvimento muscular, utilizam estes suplementos porque as "gorduras boas" reduzem a quebra do tecido muscular, aceleram o tempo de recuperação, reduzem a inflamação, contribuem para articulações saudáveis e aumentam o crescimento dos músculos.

5. Planeie as refeições com antecedência
Este ponto é muito importante para uma dieta equilibrada. Se possível, estipule um horário fixo para as suas refeições principais e alimente-se de três em três horas. Escolha com cuidado os alimentos que colocará no prato. Opte por cereais (arroz), leguminosas (feijão, lentilha, grão de bico), carnes pouco gordas e grelhadas (peito de frango, peru, peixes) ou soja, legumes cozidos, de preferência a vapor, e uma boa salada, sem abusar dos molhos à base de maionese e do óleo ou azeite para temperar.

6. Beba chá verde
Estudos indicam que o chá verde é capaz de acelerar o metabolismo. O composto responsável por este benefício é um polifenol chamado EGCG. Suplementos que contêm extractos de Chá Verde são termogénicos, ou seja, optimizam o gasto calórico. Caso opte pelo chá em si, pode consumir quente ou frio, de 4 a 6 chávenas por dia, evitando o consumo à noite por causa da cafeína contida no produto.

7. Mantenha as tentações bem longe
Se está a tentar alimentar-se de forma saudável, não tenha guloseimas em casa. À noite, cansado, após um dia de estudo ou trabalho, as tentações são sempre mais atraentes. Não tenha em casa doces, bolachas calóricas, salgadinhos, pois são opções rápidas, porém nada nutritivas. Opte por refeições proteicas que saciam a fome e são mais saudáveis.

8. Beba bastante água
A água é essencial para ter um corpo saudável. Se estiver desidratado, os músculos perdem força e assim não queima gordura tão facilmente e sente-se mais cansado.
Um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, demonstrou que beber 2 litros de água ao longo do dia faz gastar 100 calorias a mais do que gastaria se não bebesse água. Ao beber água gelada, seu gasto calórico será ainda maior porque o organismo precisa de trabalhar mais para deixar a água na temperatura de 37º. Portanto, tenha sempre uma garrafa de água junto de si.

9. Esqueça as regras uma vez por semana
Algumas pessoas têm uma força de vontade inabalável, mas a maioria dos mortais cedem às tentações de vez em quando. Se este é o seu caso, escolha um dia por semana para fazer isso: coma um chocolate, um gelado, batatas fritas, mas cuidado com os exageros.
Considere esse dia uma excepção na semana para poder recomeçar a rotina e se empenhar nos restantes dias. Esta atitude também tem um efeito importante para recompor os stocks de glicogénio, que é essencial para a manutenção da sua massa magra.

10. Coloque as dicas anteriores em prática
Se ainda não está na sua melhor forma, a opção mais provável é a de que não esteja a colocar o seu conhecimento em prática. Para ter resultados, precisa analisar os erros e corrigi-los. Adopte as dicas acima como rotina e lembre-se que uma mudança corporal depende de uma alteração nos seus hábitos. Isso pode ser difícil a princípio, mas logo se transforma em rotina e a sua boa forma chegará junto com a melhoria do seu estilo de vida.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Glutamina - As 5 perguntas mais frequentes

A glutamina é um suplemento multifacetado. Ajuda a regular a massa muscular, intervém ao nível do sistema imunitário, influencia a síntese da glucose e pode até melhorar o metabolismo da insulina.
A glutamina parece estar um pouco envolvida em tudo e podendo até ser considerado o aminoácido mais importante para os praticantes de musculação.

O que é a glutamina?
Sabemos que as proteínas são constituídas por aminoácidos. E que as melhores fontes de proteínas contêm as percentagens mais elevadas de aminoácidos essenciais. Lembre-se de que os aminoácidos essenciais são aqueles que precisa de obter a partir da alimentação. A glutamina, porém, é considerada “um aminoácido condicionalmente essencial”. O que será que isto quer dizer, pergunta você.
Curiosamente, a glutamina (não os hidratos de carbono nem as gorduras) é a fonte de energia preferida das células de divisão rápida, como são os enterócitos (células intestinais) e os linfócitos (um tipo de glóbulos brancos que se encontram no sangue). Além disso, este aminoácido desempenha uma função no equilíbrio ácido-base, como transportador de azoto e um precursor de importantes macro-molécula (por exemplo: proteínas, ácidos nucleicos). Sob determinadas situações (stress catabólico, nomeadamente), a glutamina pode ser necessária como parte importante da nossa dieta; daí o termo “aminoácido essencial condicional”.
A glutamina perfaz cerca de 61 por cento dos aminoácidos que formam a nossa musculatura esquelética. A perda de glutamina muscular pode ser um sinal de catabolismo muscular. Por isso, é fundamental que se mantenham as suas reservas, a nível intramuscular.

A glutamina afecta o sistema imunitário?
Apesar das pesquisas realizadas nesta área, permanece ainda alguma confusão. Foi demonstrado que o exercício físico intenso provoca uma queda nos níveis sanguíneos de glutamina. Recorde-se que a glutamina é usada pelas células do sistema imunitário.
Teoricamente, faria sentido dizer que níveis baixos de glutamina têm um impacto negativo na resposta imunitária. Agora, um estudo recente revela que a suplementação com glutamina não tem efeitos sobre o metabolismo dos linfócitos de ratos “exercitados”.
Divergências à parte, eis por que parece válida a suplementação com este aminoácido para ajudar o sistema imunitário. Per si, parece não influenciar, o que se deve ao facto de o sistema imunitário estar provavelmente a “roubar” glutamina de todas as partes da nossa musculatura esquelética. Pensando bem, o que pesa mais na sobrevivência do corpo: ter grandes músculos ou um sistema imunitário saudável? Sei que pode soar a blasfémia para os culturistas, mas deve ser óbvio que a preservação da função imunitária é mais importante.
Portanto, precisamos de ingerir glutamina para evitar que o sistema imunitário utilize as reservas deste aminoácido dos nossos músculos, protegendo, desta forma, a massa muscular.

Glutamina: como aumenta a massa muscular?
A capacidade para preservar a massa músculo-esquelética em situações de stress é talvez a sua qualidade mais conhecida. Por exemplo, após uma cirurgia como a colocação de uma prótese da cabeça do fémur, a suplementação com glutamina numa nutrição parenteral (intravenosa) atenua a perda de aminoácidos livres do músculo-esquelético. Existem estudos científicos que demonstram que a manutenção de níveis elevados de glutamina intramuscular é essencial para prevenir a degeneração dos músculos.
A nível molecular, a glutamina parece exercer os seus efeitos ao prevenir a perda de uma proteína específica chamada miosina de cadeia pesada (MHC). A MCH é a proteína do músculo-esquelético que determina as suas propriedades contrácteis. Após uma grande cirurgia, o stress que o corpo experimenta é tremendo. Mas um treino intenso de resistência também expõe o organismo a um enorme stress.
É provável que os mesmos princípios fisiológicos se apliquem nestas duas perturbações físicas. Por isso, em ambos os casos, será prudente recorrer à suplementação com glutamina de forma a prevenir uma potencial perda de proteína muscular.

A glutamina afecta o metabolismo do açúcar?
O efeito da glutamina no metabolismo da glucose (açúcar) não tem recebido muita atenção do mundo do culturismo. E na verdade, um estudo muito recente da universidade de Rochester demonstrou a importância da glutamina como reguladora da gluconeogétiese (formação de glucose). A investigação descobriu que a infusão de glutamina em seres humanos, resultava numa conversão de glutamina em glucose. Este processo ocorreu sem qualquer alteração da insulina ou do glucagon, as principais hormonas reguladoras da glucose. A conversão de glutamina em glucose aconteceu provavelmente nos rins e não no fígado que é o regulador primário da produção de glucose.
Então, como é que isto afecta os praticantes de culturismo? A glutarnina pode influenciar, por exemplo, a perda de gordura que um culturista pode atingir em pré-competição. Siga o raciocínio. Parte da dificuldade em conseguir-se baixar significativamente os níveis de gordura corporal através da dieta está relacionada com as hormonas reguladoras da glucose, a insulina e o glucagon. Geralmente, pretende-se minimizar os níveis de insulina segregada de forma a inibir o depósito de gordura nas células adiposas. Mas a verdade é que a ingestão reduzida de glucose ou de hidratos de carbono pode resultar na proteólise (degradação de proteínas) muscular pois, corno se sabe, a glucose tem um efeito “protectoror” sobre a proteína. Dai a importância da glutamina. Ela pode converter-se em glucose. O que é uma boa notícia para o cérebro, para o qual a glucose pode contribuir como fonte de energia (para que não nos sintamos tão irritáveis), podendo também ajudar a preservar massa muscular. Para além disso, dado que a conversão de glutamina em glucose não resulta num aumento dos níveis de insulina, não se obterá o efeito lipogénico que a insulina produz.
Portanto, se estiver a fazer uma dieta com o objectivo de eliminar gordura corporal para tentar atingir níveis de definição muscular normalmente observados no culturismo de competição, poderá ser sensato investir numa boa dose de glutamina.

A glutamina ajuda a regular o peso corporal?
Sim! Num estudo em que ratos foram alimentados à base de uma dieta rica em gordura, ficou demonstrado que a suplementação com glutamina afectou a quantidade de gordura que estes pequenos animais ganharam.
Nesta investigação, quer uma suplementação com glutamina, quer com alanina, numa dieta rica em gorduras resultou num baixo ganho de peso corporal quando comparada com uma dieta só rica em gordura. Estas dietas eram constituídas por cerca de 45 por cento, de gordura, 36 por cento de hidratos de carbono e o restante em proteína. Refira-se que esta percentagem de gordura é semelhante à consumida por muitos americanos com excesso de peso. A glutamina, por si só, também baixou os níveis de glucose e de insulina no sangue destes ratos consumidores de gordura.
Tratam-se de descobertas que podem ser importantes para quem tenha predisposição para a obesidade ou diabetes.
Seria útil experimentar glutamina em diabéticos para determinar se a regulação da glucose sanguínea é estimulada e examinar se este versátil aminoácido pode controlar o peso corporal em indivíduos com excesso de gordura.
Dados os estudos que têm demonstrado a segurança de doses elevadas de glutamina, é possível que investigações futuras proporcionem mais suporte científico ao uso da glutamina no combate à diabetes e obesidade.