sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Quantas calorias gasta nas suas actividades do dia-a-dia?

Acorda, levanta, arruma a cama, escova os dentes, toma banho, desce as escadas e vai directo para a cozinha, toma o pequeno-almoço e começa sua rotina de trabalho.

Acha que tudo isso não gasta calorias? Sim, claro que gasta!

O que está à espera, aproveite a rotina do dia-a-dia para perder peso.

A Lista em baixo é baseada numa pessoa de aproximadamente 60Kg com uma rotina de exercícios num tempo de 30 minutos.

- Amamentar 54 Kcal
- Arrumar a cama 66 Kcal
- Arrumar a mala 60 Kcal
- Arrumar o armário 80 Kcal
- Ver televisão 41 Kcal
- Escrever no computador 48 Kcal
- Bater palmas 50 Kcal
- Conversar ao telefone 55 Kcal
- Beber água 40 Kcal
- Beijar 30 Kcal
- Cantar 55 Kcal
- Carregar um bebe no colo 70 Kcal
- Compras no supermercado 70 Kcal
- Cozinhar 90 Kcal
- Cuidar de Plantas 100 Kcal
- Dançar 200 Kcal
- Depilar as pernas com cera 50 Kcal
- Depilar as pernas com gilete 45 Kcal
- Desenhar 60 Kcal
- Dormir 30 Kcal
- Conduzir automóvel 80 Kcal
- Conduzir moto 95 Kcal
- Empurrar um carrinho de bebe 80 Kcal
- Escovar os dentes 40 Kcal
- Fazer sauna seca 100 Kcal
- Fazer massagem em alguém 110 Kcal
- Ler 50 Kcal
- Levar o cão a passear 150 Kcal
- Meditar 20 Kcal
- Aspirar a casa 175 Kcal
- Sexo 280 Kcal
- Subir escadas 310 Kcal
- Tocar bateria 115 Kcal
- Tocar flauta 70 Kcal
- Tocar guitarra e baixo 80 Kcal
- Tocar piano 70 Kcal
- Tocar viola 75 Kcal
- Tomar banho de chuveiro 60 Kcal
- Tomar sol 35 Kcal
- Tirar o pó de moveis 100 Kcal

Então? Gastou muitas calorias hoje?

Fonte, Revista Performance

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Corrida envelhece?

“Só se houver exagero”, diz o médico ortomolecular Wilson Rondó.

A explicação é simples: 1% do oxigénio que inspiramos transforma-se em radicais livres, substâncias responsáveis pelo nosso envelhecimento.

Durante um exercício intenso, respiramos mais e, portanto, a oxidação das células e a produção dos tais radicais é aumentada.

“Feita com moderação, a actividade protege contra o envelhecimento. Mas quando é muito intensa, como corridas diárias de mais de uma hora, o resultado é invertido”, explica Rondó.

Uma dieta balanceada, com muitas frutas, verduras e legumes, alimentos ricos em antioxidantes, pode compensar o prejuízo.

Por isso corram! Mas com moderação!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Sabia que..

A Melancia é depurativa, ajuda a limpar os rins, é ainda diurética e ligeiramente laxante.

Deve ser consumida fresca, uma vez que aberta degenera rapidamente, produzindo toxinas.

Fonte riquíssima de licopeno (mais do que o tomate), importante na prevenção do cancro da próstata.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Uva-ursina, Saúde da Função Urinária

Infecções urinárias, doenças inflamatórias da bexiga e da próstata. A uva-ursina, assim chamada por constituir a base da alimentação dos ursos, promove e assegura a saúde da função urinária.

Nome Comum: Uva-ursina
Outros Nomes: Buxulo, medronheiro-rojante, medronheiro-ursino, uva-de-urso, bearberry e red bearberry (inglês), gayuba del pays (espanhol), raisin d’our (francês) uva ursina (italiano), bärentraube (alemão)
Sinónimos: Arbutus uva-ursi L.

A uva-ursina é um subarbusto oriundo do Norte da Europa e da Ásia, que actualmente se encontra disperso pelas matas do Hemisfério Norte, Europa e América do Norte. Pode atingir um metro de altura, embora o porte médio se situe nos 30 cm. De caules longos mas rasteiros, a uva ursina tem pequenas folhas perenes, inteiras, carnudas e verde-escuras; as flores são branco-rosadas e dispõem-se em grupos de 3 a 15, nas extremidades dos eixos gerados no ano anterior, e os frutos são pequenas bagas vermelhas.

O nome “uva-ursi” é a expressão latina para uva-de-urso, adoptada não só porque os ursos comem as bagas da planta, mas também provavelmente porque o seu sabor desagradável as tornas impróprias para consumo humano e apropriadas à alimentação destes animais.

Tradicionalmente, as folhas e as bagas desta planta sempre foram utilizadas pelos povos indígenas de latitudes nórdicas. Os nativos americanos combinavam as folhas secas de uva-ursina com folhas de tabaco e fumavam-nas como narcóticos ou para acalmarem dores de cabeça. Era habitual ainda prepararem tónicos e infusões diuréticas para tratamento de infecções nas vias urinárias, doenças venéreas, dores de costas, e excesso de peso.

Na Europa, nomeadamente na Escócia, existem registos da utilização fitoterapêutica das folhas secas de uva-ursina que datam do século XIII. Arctostaphylos uva-ursi foi descrita pelo botânico Clusius em 1601, e recomendada por vários médicos alemães a partir de 1763. Na farmacopeia londrina a uva-ursina foi enunciada pela primeira vez em 1788, ainda que se saiba já ser utilizada na Grã-Bretanha desde o século XIII.

Os primeiros colonos europeus a instalarem-se na América utilizavam internamente a planta para tratar casos de nefrite, pedras nos rins e outras afecções do tracto urinário.

Defensora do tracto urinário
Comercialmente, as folhas de uva-ursina são actualmente utilizadas em alguns países, como a Suécia, Noruega e Dinamarca, para curtir peles e couros, por possuírem um teor elevado de taninos. A infusão das folhas de uva-ursina tem, de facto acção diurética, anti-séptica e anti-inflamatória sobre as vias urinárias, devido à presença de glicósidos flavonóides e arbutina. A arbutina, composto que corresponde a 10 por cento do peso seco da planta, é absorvida em grandes quantidades pelo organismo e ao ser excretada pelos rins, sob a forma de hidroquinona, actua como anti-séptico e anti-inflamatório ao longo de todo o tracto urinário. É por este motivo que as folhas de uva-ursina são muito utilizadas para tratar afecções inflamatórias do tracto urinário, como sejam a uretrite, prostatite, pielonefrite e a cistite. À semelhança do que acontece com outras situações clínicas, os microrganismos produtores de infecções urinárias frequentemente tornam-se resistentes aos antibióticos e anti-sépticos habituais, pelo que a uva-ursina pode ser uma alternativa válida no tratamento de infecções urinárias. O extracto desta planta confere uma cor esverdeada à urina, sinal que não deve assustar o leitor, uma vez que é indicativo da sua acção benéfica sobre o tracto urinário.

Relembramos mais uma vez que, antes de iniciar qualquer abordagem terapêutica, deverá procurar acompanhamento médico ou técnico adequado ao seu caso, e respeitar sempre a dosagem recomendada.

Como tomar?
No caso de uma infecção urinária e da presença de urina pouco ácida poderá optar por uma decocção, feita com 50 a 60 gramas de folhas secas e trituradas de uva-ursina, humedecidas previamente durante 3 a 4 horas, fervidas durante cerca de 15 minutos em 1 litro de água. Deve beber uma chávena desta decocção de 3 em 3 horas. Para pessoas com estômagos sensíveis, e como a planta é muito rica em taninos, pode reduzir-se a gramagem para metade, ou até preparar uma maceração (o que implica apenas a demolha das folhas em água por um período de 24 horas), utilizando 50 g de folhas. Depois de coada a solução pode ser ligeiramente aquecida e tomada na posologia de 3 a 4 chávenas por dia. De referir que, neste caso, o efeito curativo da preparação é menos intensivo.

Existem ainda no mercado tintura (1:10), extracto seco (5:1), e complexos de plantas sob a forma de cápsulas que podem ser tomados, na posologia de 50 gotas, 1 a 2 vezes por dia, 0,3 a 1 g diárias, e de acordo com as instruções do fabricante. Diversos preparados farmacêuticos à base de extracto de uva-ursina poderão também ser receitados pelo seu médico, de acordo com a situação.

Toma e contra-indicações
As preparações com folhas de uva-ursina não devem ser administradas conjuntamente com medicamentos que acidifiquem a urina, pois estes reduzem o efeito antibacteriano das mesmas.

O tratamento com uva-ursina não se deve prolongar por mais de 8 a 10 dias seguidos, devido ao alto teor de taninos presente nas folhas. No caso de necessidade poderá ser repetido após algumas semanas de intervalo, mas no limite máximo de 2 a 3 vezes por ano. Pela mesma razão pessoas com sensibilidade gástrica, mulheres grávidas ou a amamentar, e crianças não devem ingerir preparações de uva-ursina. A sobredosagem poderá originar náuseas, vómitos e dores de estômago, e comprometer o saudável desempenho de órgãos como o fígado e os rins.

Por: Pedro Lôbo do Vale *
* médico




Gelo versus Calor: Quando Usar e Porquê?

A resposta para esta pergunta provoca muitas dúvidas e discussões, tanto na prática clínica quanto na área desportiva.

Frio

O uso de gelo, bolsas frias, spray de vapor frio ou um banho de imersão na água com gelo, deve ser utilizado principalmente entre as 48 e 72 horas após uma lesão.

Desta forma estará a reduzir o metabolismo pela menor necessidade de enviar oxigénio para as células, melhorando a recuperação com menores danos ao indivíduo.

Esta terapia é indicada para os casos de lesões musculares, entorses articulares, traumas agudos, luxações e com grande incidência para controle de edemas.

Calor

A termoterapia, aplicação terapêutica com o auxilio do calor superficial ou profundo, proporciona ao paciente uma sensação mais agradável e confortável, porém limita-se apenas aos casos onde o objectivo é de aliviar as dores, diminuir a rigidez articular, e relaxamento muscular, na ausência de edemas e hematomas.

Para tal objetivo podemos utilizar compressas de água, bolsas, imersão com água quente e infravermelho. Podemos estar a utilizar os benefícios de ambas as terapias, porém com os devidos cuidados e precauções.

É de fundamental importância a participação de um profissional qualificado para que o tratamento seja eficiente.

Vale a pena lembrar que tanto a aplicação do calor como a do frio é apenas uma parte do tratamento e não a única forma de solução dos sintomas.

Fonte, Revista Performance

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Óleo de peixe para os seus olhos?

Os ácidos gordos essenciais ómega 3, com muitos benefícios positivos a nível cardíaco, humor e saúde articular parecem ter mais um benefício na sua longa listas, a função ocular.

Num estudo recente publicado no American Journal of Clinical Nutrition, investigadores do National Eye Institute (parte do NIH), estudaram os efeitos dos ácidos gordos ómega 3 no que concerne a saúde ocular.

Os investigadores seleccionaram 1,837 indivíduos que tiveram precocemente sinais de uma pobre visão, e seguiram-nos em média durante 12 anos.

No final do estudo, os investigadores concluíram que os indivíduos no estudo que consumiam maiores quantidades de ácidos gordos ómega 3 tiveram 30% menos probabilidades de experimentarem a progressão de problemas de saúde ocular comparativamente com aqueles que consumiram menores quantidades de ácidos gordos ómega 3.

Os investigadores especularam que os ácidos gordos ómega 3 parecem beneficiar a visão devido à sua acção anti-inflamatória.

O Dr. SanGiovanni, que liderou a investigação indicou que os seus resultados uma vez confirmados por outros estudos e alargados a ensaios clínicos podem levar a um desenvolvimento de intervenções baratas, fáceis de implementar e geralmente aceites, podendo por isso ser usado na prevenção dos problemas oculares.

Os ácidos gordos ómega 3 podem ser obtidos pelo consumo de peixes gordos como o salmão, atum, sardinha e arenque.

A American Heart Association recomenda o mínimo de 2 porções (250g) de peixe gordo por semana.

Infelizmente a media dos americanos ingere somente 90g de peixe por semana.

Se não gostar de peixe ou está preocupado com a contaminação e toxinas que os mesmos podem ter, então pode utilizar os suplementos alimentares, eles fornecem uma alternativa saudável e conveniente para obter estes nutrientes de importância critica.


Fonte: Vitacost
Por: Dr. Allen S. Josephs

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Sabia que...a Noz é rica em gordura saudável?

Deus dá nozes devido à sua riqueza nutricional.

Podia bem ser uma alternativa ao ditado popular.

Embora marque presença mais assídua na quadra natalícia, os seus benefícios estendem-se ao longo de todo o ano. Originária da Pérsia, a nogueira era considerada pelos romanos uma árvore sagrada, símbolo de fecundidade, chegando a viver duzentos a trezentos anos. A noz pertence à família das oleaginosas, e é naturalmente rica em gorduras polinsaturadas (e ómega 3), sendo por isso aconselhada para o coração.

De acordo com investigadores americanos, as nozes reduzem a inflamação e a oxidação das artérias, após uma refeição rica em gorduras saturadas, recomendando deste modo, uma dose diária de 28 gramas de nozes (cerca de quatro nozes). A gordura da noz é ainda mais benéfica para o coração que a do azeite.

Pense melhor… com fósforo e magnésio

Especialmente rica em vitamina E, um poderoso antioxidante cardiovascular, a noz contém proteínas, magnésio, potássio, fósforo, ferro e zinco, o que a tornam num alimento completo e saudável. Devido ao seu teor em fósforo (288 mg/100g) e magnésio (160mg/g), é indicada para pessoas sujeitas a grande desgaste intelectual e constitui um tónico cerebral, que alimenta as células nervosas. Aliás, as semelhanças entre o encéfalo humano e uma noz são bastante curiosas.

Por ser muito energética (730 kcal por 100g), o seu consumo é mais indicado na parte da manhã, e constitui uma boa opção para atletas e desportistas, sujeitos a esforço físico regular. Também as crianças e os idosos, que têm necessidades nutricionais acrescidas, podem incluir um punhado de nozes ao pequeno-almoço e lanche, adicionando-as ao leite ou iogurtes.

Para os mais gulosos, existe uma variedade de receitas que incluem nozes, desde o bolo de noz à tarte, passando pelas nozes de Cascais, todos os pretextos são escassos para saborear este fruto seco.

Indicações terapêuticas

- Litíases urinárias

- Tosse invernal

- Antídoto de venenos e intoxicações

- Fadiga cerebral e nervosa

- Anemia

- Parasitoses intestinais

- Dermatoses

- Tuberculose

- Raquitismo e atraso de crescimento

- Zumbidos de ouvidos*

- Impotência*

* Segundo a Medicina Tradicional Chinesa

Fonte: Guia dos Alimentos Vegetais, Jean-Claude Rodet, doutorado em agronomia e homeopatia, Ph.D em meio-ambiente