quarta-feira, 20 de novembro de 2013

E vocês têm mau hálito?


Mais de 50% da população adulta sofre de mau hálito. Esta é uma realidade desconhecida por muitos e uma situação incómoda e embaraçosa, que pode diminuir a auto-estima, gerar stress e afectar as relações interpessoais e profissionais.

O mau hálito diminui a nossa qualidade de vida de forma muito significativa. Estima-se que o mau hálito seja a 3ª razão mais frequente para procurar o dentista.

A “culpa” é dos Compostos Sulfurados Voláteis.
O mau hálito tem geralmente uma causa comum: os Compostos Voláteis (CSV) que são expelidos na cavidade oral.
Os Compostos Sulfurados Voláteis (CSV) são emitidos por bactérias anaeróbias como resultado da degradação de proteínas, constituintes habituais da alimentação.

As causas do mau hálito:
O quadro seguinte apresenta algumas situações que podem causar mau hálito. A maioria favorecem o crescimento de bactérias anaeróbias e a produção de Compostos Sulfurados Voláteis (CSV), enquanto outras situações podem resultar em outros odores.*

*o mau hálito pode ser um sinal de problemas mais graves. Não deixe de se aconselhar com o seu médico ou dentista.

Situações que originam mau hálito, porque libertam CSV:

Situações que originam mau hálito, porque libertam CSV:
CausasExemplos
Higiene oralLavagens diárias insuficientes ou não escovagem da língua
AlimentosCafé, queijo, especiarias, alho, cebola
Tabaco e álcoolContém maus odores e secam a boca
Boca SecaDormir, ar-condicionado, andar de avião
MedicamentosAlguns medicamentos podem produzir maus odores e/ou secar a boca
Patologias da Cavidade oralAftas, cáries, gengivites, peridontite, cancro
Patologias das Fossas nasais e GargantaConstipações, sinusite, amigdalite
Patologias RespiratóriasTosse com expectoração, infecções respiratórias
Patologias GastrointestinaisLongos períodos sem comer, azia

As causas do mau hálito são muitas e este pode existir mesmo com uma higiene cuidada. Não há razão para haver qualquer sentimento de culpa ou preconceito.

Agora, o tratamento do mau hálito já não tem de ser complicado. A biocosmetics laboratories, uma empresa com prestígio na área da saúde oral, investigou o problema do mau hálito e desenvolveu a gama Air-Lift com base nas últimas descobertas científicas. Air-lift possui uma fórmula patenteada com azeite Extra-Virgem, Xilitol e Flúor que combate especificamente o mau hálito.

Recomendamos Air-Lift é a inovação no combate ao mau hálito:
- Inibe eficaz e directamente os Compostos Sulfurados Voláteis (CSV), eliminando o mau hálito;
- Reduz a placa bacteriana, previne a cárie e melhora a saúde das gengivas;
- Proporciona um sabor refrescante a menta;
- Apresenta-se em spray, pastilhas, colutório e dentífrico;
- Apresenta-se em cápsulas, o único produto que actua a partir do interior;
- Está comprovado cientificamente;
- Não contém clorohexidina (composto que mancha os dentes);
- Não contém tensioactivos (compostos que secam a mucosa oral)

Uso recomendado:
- Air-Lift Colutório – Após a escovagem dos dentes, bochechar durante 2-3 minutos. Para melhores resultados não lavar a boca com água depois da utilização.
Contém Fluoreto de Potássio. Não contém álcool.

- Air-Lift Spray Oral – Vaporizar a boca 1-2 vezes sempre que deseje um hálito fresco instantaneamente. Não contém álcool.

- Air-Lift Pasta Dentífrica – Escovar bem os dentes e a língua três vezes ao dia, durante 3 minutos. Enxague a boca com bochechos de Air-Lift Colutório após cada escovagem.
Contém Xilitol. É não abrasiva, pH Neutro. Contém Fluoreto de Sódio.

- Air-Lift Cápsulas – Tomar 1 a 2 cápsulas por dia, após as refeições e antes de ir dormir (não mastigar). Actua em 20 minutos. Poderá ser utilizado sempre que deseja um hálito fresco. Quantidade máxima diária é de 8 cápsulas por dia. Não usar durante a gravidez. Não contes sódio, álcool, nem sacarose

- Air-Lift Pastilhas Elásticas – Mastigar uma pastilha sempre que necessário.
Contém Xilitol, Azeite Extra Virgem e Óleo de Salsa. Contém 0,80mg de Sorbitol por pastilha.


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Garcinia Cambogia: O Dr. Oz chamou-lhe o “Santo Graal da Perda de Peso”!

 Garcinia Cambogia para perder peso
A Garcinia Cambogia é um pequeno fruto semelhante a uma abóbora, originário das florestas da região do Camboja e da Polinésia, é cultivado na Índia e em muitos países do Extremo Oriente, sendo muito utilizado na culinária tradicional asiática. É também designado por Tamarindo-do-Malabar.

Os povos desta região costumam adicionar este ingrediente às refeições para se sentirem mais cheios. Em algumas zonas da Malásia, a Garcinia é usada em sopas que se comem antes das refeições com o objetivo apenas de emagrecer por causa das propriedades saciantes da Garcinia.

O extracto de Garcinia Cambogia foi aprovado e apresentado no programa The Doctor Oz Show.
O Dr. Oz chamou-lhe o “Santo Graal da Perda de Peso”, acrescentando ainda que as pesquisas mais recentes indicam que este extrato pode apresentar mais-valias superiores às atualmente conhecidas.

O extrato de garcinia (HCA) ajuda no emagrecimento de duas formas. Ajuda a bloquear a absorção de gorduras e tem um forte efeito saciante que reduz o apetite.

O ácido hidroxicítrico (HCA) bloqueia a gordura através da inibição de uma enzima chave que o nosso corpo precisa para converter hidratos de carbono em reservas de gordura (citrato liase).

Usualmente os hidratos ou açúcares que não são imediatamente usados ou armazenados noutra forma são convertidos em gordura.

Quando o ácido hidroxicítrico (HCA) inibe a citrato-liase, o processo de conversão é suspenso e a produção de LDL (colesterol mau) e de triglicéridos baixa. Investigadores Americanos afirmam que o ácido hidroxicítrico (HCA) pode dobrar ou triplicar o seu objetivo de perda de peso.

O ácido hidroxicítrico (HCA) também suprime o apetite através do aumento dos níveis de serotonina. A serotonina é um neurotransmissor que existe no cérebro que controla o apetite, regula o humor e nos faz sentir bem. É o alvo de muitos medicamentos antidepressivos.

Ter níveis baixos de serotonina faz uma pessoa ficar em baixo, deprimida ou ansiosa, desencadeando muitos vezes comportamentos alimentares impulsivos (ataques de fome). Ao aumentar os níveis de serotonina, o ácido hidroxicítrico (HCA) melhora o humor, dá energia e reduz os impulsos alimentares.

À medida que come menos, o seu corpo deteta isso e liberta a gordura acumulada nas células de gordura. E quando o corpo não está a fabricar gordura está a queimá-la!
Por isso já sabe, se quer perder peso e já experimentou mil e uma coisas, a Garcínia Cambogia pode ser a solução que tanto procura.

Principais ações da Garcínia Gambogia:
- Bloqueia a gordura e o açúcar;
- Aumenta a sensibilidade à leptina e à insulina (hormonas que nos fazem comer menos);
- Aumenta a massa muscular magra (Ação reafirmante);
- Tem efeito saciante;
- Melhora o humor e dá energia;
- Reduz os ataques de fome.

Para quem se destina Garcinia Cambogia?
Para todos aqueles que procuram perder peso, controlando o apetite por alimentos doces ou o hábito de “petiscar” e que pretendem perder alguns quilos, controlando a instalação de nova gordura e reduzindo a já existente.

Recomendamos:
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Herpes Labial: Causas e principais formas de tratamento desta infecção que provoca lesões dolorosas

O herpes labial é uma infecção causada pelo vírus herpes simplex que resulta em lesões dolorosas em zonas como os lábios, gengivas, língua, céu da boca e no interior das bochechas.

Existem dois tipos de vírus: o HSV1 é responsável por cerca de 80 por cento dos casos de  lesões da face e lábios, enquanto que o HSV2 está maioritariamente relacionado com o herpes genital. Porém, ambos os vírus podem afectar as regiões características do outro ou mesmo outras zonas do corpo como as nádegas, os pés e as mãos.

Segundo Miguel Trincheiras, dermatologista, «o herpes labial é mais comum nas faixas etárias mais jovens, entre os 15 e os 40 anos», mas ninguém está a salvo de ser afectado por este vírus.

Transmissão e formas de prevenção
A transmissão do HSV, como explica Miguel Trincheiras, «dá-se de forma directa, através do contacto com a pele infectada ou através do contacto com superfícies onde o vírus esteja depositado, como por exemplo em copos, talheres, sanita.»

Prevenir o herpes labial é muito difícil, mas existem alguns cuidados que podem ajudar, nomeadamente, evitar o contacto directo com saliva, pele ou mucosas que têm feridas e com superfícies/zonas onde suspeite que o vírus possa ter sido depositado (por exemplo, sanitas, copos).

Como o vento, o frio e o sol também poderão ajudar a desencadear novos surtos, proteja-se ao máximo destes elementos. Reforce os cuidados de higiene, mantendo as  suas mãos sempre limpas.

Sintomas
Quando se contrai o vírus, os sintomas podem demorar alguns dias a aparecer. É aquilo a que se chama o período de incubação.

Para além da dor, o herpes labial denuncia-se através de um formigueiro ou prurido (comichão) no local da infecção, mesmo antes das lesões surgirem. Estes sintomas podem ainda ser acompanhados de febre, cansaço e dores musculares.

De seguida, formam-se vesículas em redor da boca que rompem e formas pequenas ulcerações (tipo afta nas mucosas e com crosta na pele) e acabam por cicatrizar ao fim de alguns dias (cerca de cinco a sete dias nos episódios de recidiva, mas até 15 dias numa primeira infecção).

Após a infecção, «a secura labial e a descamação são efeitos que podem ser compensados e minimizados com bons cremes hidratantes», aconselha Miguel Trincheiras.

Recorrência
De acordo com o dermatologista, para além do vírus ser altamente contagioso e da maioria das pessoas já ter sido infectada, o «organismo nunca o elimina definitivamente, ficando em estado de latência, como que adormecido, nas raízes dorsais dos nervos periféricos».

«Sempre que o sistema imunitário sofre uma quebra (devido a factores como doença febril, situações de stress, exposição solar ou ciclo menstrual, no caso da mulher), o vírus pode reactivar-se», explica o especialista, ou seja, volta a replicar-se, deslocando-se pelas células nervosas até à pele e dando origem a um novo surto herpético.

O dermatologista esclarece, contudo, que a manifestação e frequência de recorrência do vírus varia muito caso a caso. «Há pessoas que tem uma infecção que depois não se volta a manifestar e há ainda casos cuja primeira infecção passa despercebida», refere.

Tratamentos
Tal como noutra situação, o tratamento deve ser ajustado a cada caso. Quando as crises ocorrem com muita frequência (está concretamente definido que assim é quando a sua frequência é superior a seis crises por ano, isto é, quando ocorre uma crise de dois em dois meses ou mais), «deverá ser feita uma terapêutica supressiva que consiste na toma de um antiviral (aciclovir ou valaciclovir) de forma continuada com o objectivo de inibir o vírus», esclarece Miguel Trincheiras.

«No caso dos surtos herpéticos que ocorrerem com menor frequência, deverá ser feita a mesma terapêutica que deve ser iniciada precocemente, de forma a “abortar” os surtos mais rapidamente», acrescenta o especialista.

A nível local (zona da lesão), Miguel Trincheiras aconselha que «só devem ser aplicadas soluções inertes como sulfato de zinco ou éter».

O especialista alerta ainda para o facto de ser um erro recorrer quer a cremes de farmácia quer a soluções caseiras: «As pessoas estão mal informadas e muitas tomam medidas como aplicar vinagre e álcool directamente nas lesões, mas isso não é uma boa opção e pode mesmo piorar o caso», explica.

Recomendamos: 
Erpecalm Patch de Gel Labial


Fonte: Sapo.saude.pt,  Fabiana Bravo com Miguel Trincheiras (dermatologista)



quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Mito ou facto? A verdade sobre a diabetes

Não são só as pessoas gordas que têm diabetes, e a insulina não causa dependência!

No Dia Mundial da Diabetes vamos então desmistificar a doença.

Mito. Estar acima do peso recomendado pode ser um factor de risco para o desenvolvimento desta doença, mas está longe de ser o único. Outros agentes como o histórico familiar, a etnia e a idade também desempenham um papel importante. No tipo 1, sobretudo, os factores genéticos têm uma forte influência. 


Embora possa estar associado ao excesso de peso, há muitas pessoas magras e com diabetes.

A diabetes do tipo 2 só aparece em adultos
Mito. Já foi verdade: antigamente, o aparecimento do tipo 2 era registado sobretudo em adultos a partir dos 40 anos. Agora, porém, é cada vez mais comum o seu aparecimento em crianças e adolescentes.

Os diabéticos não podem ingerir açúcar
Mito. Ter diabetes não significa que nunca mais vai poder tocar num doce. O seu consumo é possível, desde que os indivíduos tenham os valores de glicemia adequados e estes sejam ingeridos em pequenas quantidades. Obviamente que a ingestão destes alimentos deve ser a excepção e não a regra, mas o mesmo se aplica à população em geral, diabética ou não.

Existem diabetes que só aparecem na gravidez
Facto. É verdade. Conhecido por diabetes gestacional, nestes casos verifica-se um aumento dos índices de glicemia (açúcar no sangue) nas mulheres apenas durante a gravidez. Quando a criança nasce, os níveis voltam ao normal.

A insulina provoca dependência
Mito. Não há qualquer prova que a insulina possa provocar uma dependência química. Exemplo disso mesmo são as mulheres que têm diabetes gestacional: depois da gravidez, não existem relatos de pacientes que tenham sentido a necessidade de voltar a fazer qualquer medicação com insulina.

Não há nada que possa ser feito para prevenir as complicações da diabetes
Mito. É possível prevenir complicações. Como? Com uma alimentação saudável, prática de exercício físico e um controlo regular dos níveis de glicemia, da tensão arterial e do colesterol. Com os cuidados adequados, é possível para um diabético ter o máximo de qualidade de vida.

A esperança média de vida dos diabéticos é menor
Facto. A esperança média de vida de um diabético é efectivamente menor. De acordo com um estudo realizado em 2010 pela associação de diabéticos no Reino Unido, a Diabetes UK, os pacientes com o tipo 2 vivem, em média, até menos 10 anos. No caso dos diabéticos do tipo 1, a esperança média de vida é reduzida em 20 anos.

Mas os números podem estar a tornar-se mais animadores, principalmente no caso dos indivíduos com diabetes tipo 1. De acordo com um estudo realizado este ano pela Universidade de Dundee, na Escócia, os indivíduos com diabetes tipo 1 estão agora a viver mais: a diferença é de cerca de 11 a 14 menos, no caso de doentes com idades compreendidas entre os 20 e 24 anos. O número cai para 5 a 7 anos a partir dos 65 anos e até aos 69.

Os diabéticos não devem fazer exercício físico
Mito. Não só podem como devem. Deve existir alguns cuidados na prática de exercícios físicos, porém os pacientes só têm a lucrar com um estilo de vida activo. De acordo com estudos científicos, actividade física regular é capaz de melhorar a glicose, as funções cardíacas e respiratórias e a fazer a manutenção da força muscular.

Numa fase inicial, a diabetes pode passar despercebida
Facto. Ao contrário de outras doenças, numa fase inicial da diabetes tipo 2 não existem muitos sintomas – e o único indicativo é mesmo o exame de sangue (medição da glicemia). Existem pessoas que convivem com esta doença durante vários anos sem saberem que a têm. Segundo o Relatório Anual do Observatório Nacional da Diabetes 2011, 44% dos portugueses com diabetes não tinha a doença diagnosticada. 

Sensação de sede excessiva, vontade frequente de urinar e perda repentina de peso são alguns dos sintomas do surgimento da diabetes.

O stress piora a diabetes
Facto. Factores de stress podem efectivamente piorar o quadro de diabetes quando já existe o problema – mas isso não significa que o possa causar. Não existem dados que comprovem uma ligação directa entre o stress e o aparecimento da doença.


Fonte: Revista 
SÁBADO, por Marta Gonçalves Miranda.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Estudo: Beber café regularmente previne diabetes!

Ao estimular o metabolismo e equilibrar os níveis de glucose no sangue, o consumo regular de café diminui até 25% o risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2. As conclusões são de um estudo levado a cabo pelo Instituto de Informação Científica sobre Café, segundo o qual beber três a quatro chávenas de café por dia pode ajudar a prevenir esta patologia. 
 
Apresentados durante o Congresso Mundial de Prevenção da Diabetes e suas Complicações  (WCPD), os resultados da investigação dão conta de uma redução aproximada de 25% no risco de desenvolver diabetes tipo 2 naqueles que consomem mais de duas chávenas de café por dia.
 
Com base num teste oral de tolerância à glucose com 12g de café descafeinado, 1g de ácido clorogénico e 500mg de trigonelina ou placebo, o estudo traz boas notícias aos viciados em café. Segundo o mesmo, o ácido clorogénico e a trigonelina reduzem as respostas iniciais de glucose e de insulina, contribuindo para o efeito benéfico putativo do café.
 
Em comunicado, a entidade dá conta de duas teorias mecanicistas que sustentam a relação entre o consumo do café e o risco reduzido de diabetes. A primeira é a Energy Expenditure Hypothesis (Hipótese de Gasto de Energia), que sugere que a cafeína do café estimula o metabolismo e aumenta o gasto de energia.
 
A segunda, pelo nome Carbohydrate Metabolic Hypothesis (Hipótese Metabólica de Hidratos de Carbono), defende que os componentes do café desempenham um papel fundamental ao nível do equilíbrio de glucose no organismo.
 
De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde, atualmente, a diabetes afeta mais de 371 milhões de pessoas, o que corresponde a 8,3 por cento da população mundial. O mais grave, para os especialistas, é que mais de metade destas pessoas ainda não sabe que tem diabetes.
 
Em Portugal, a tendência é semelhante: estima-se que haja mais de 1.000 indivíduos entre os 20 e os 79 anos com diabetes, sendo que metade dos indivíduos não está a par do diagnóstico.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Fartas de ir à manicure todas as semanas?


Fartas de ir à manicure todas as semanas? O gel desgasta-vos as unhas? Não têm tempo a perder? O verniz está sempre a estalar?

imPRESS é a solução!

E ter as mãos arranjadas nunca foi tão rápido! Já conhecem?

O segredo das unhas perfeitas de Jennifer Love Hewitt chama-se imPRESS.

Este produto inovador permite umas unhas de salão com acabamento perfeito, sem o tempo de secagem do Verniz ou da cola de aplicação de unhas artificiais.

imPRESS proporciona um brilho extra, de qualidade superior com um «Top Coat» indestrutível que rivaliza com os melhores vernizes gel do mercado.

imPRESS dura até uma semana.


http://www.enetural.com/pt/pesquisa/?k=impress&ip=24





7 alimentos transgénicos que consumimos sem saber!

Há alimentos geneticamente modificados que estão no seu prato, todos os dias, mas passam despercebidos. A revista Visão elaborou um artigo sobre o tema e, em baixo, poderá ler as principais conclusões – que, de resto, nos devem colocar em alerta.

Aspartame
 É um adoçante muito utilizado na substituição do açúcar e, na verdade, um composto químico artificial, feito em laboratório através da manipulação de vários compostos. Pode ser encontrado em milhares de produtos que consumimos diariamente: refrigerantes, iogurtes, chocolates, doces.

Óleos refinados
Estão em quase todos os alimentos que contêm gorduras vegetais. Os de soja, colza, milho, palma, girassol ou amendoim são normalmente misturados com óleos alimentares e azeites (excepto virgem extra) ou comida processada.

Amido de milho, xarope de milho
Extraídos do milho (grande parte deste grão produzido do mundo é geneticamente modificado), estão presentes em produtos como massas, bolachas, cereais, biscoitos, barras energéticas, comida pré-congelada, bebidas ou águas aromatizadas.

Margarina
Utiliza gorduras vegetais (de soja, colza, milho, palma, girassol, amendoim) purificadas e hidrogenadas extraídas de plantas transgénicas.

Leite de vaca
A somatropina bovina (BST) é uma forma geneticamente modificada de hormona de crescimento bovino que provoca um aumento da produção de leite. O seu uso é proibido na União Europeia, mas autorizado nos Estados Unidos e Brasil

Salsicha
É uma mistura de produtos e subprodutos de origem animal, mas muitas marcas usam soja e xaropes de milho geneticamente modificados.

Soja e derivados
A soja é a principal solução de alimentação para vegetarianos e vegans, mas 70% da sua produção mundial é geneticamente modificada.

Fonte: http://greensavers.sapo.pt