quarta-feira, 26 de março de 2014
Sumo de Espinafre com Laranja
Sumo de Espinafre com Laranja | Já alguém experimentou?
O sumo de espinafre tem função diurética, ajuda na eliminação de toxinas e reduz o inchaço causado pela retenção de líquidos.
Tanto o espinafre como a laranja, são alimentos antioxidantes, ricos em vitaminas e sais minerais, nutrientes essenciais para dietas saudáveis.
O sumo de espinafre é uma excelente fonte de vitamina A e complexo B, possui também propriedades laxativas que estimulam o funcionamento do intestino, diminuindo sintomas como dor e inchaço no abdómen que caracterizam a prisão de ventre.
Receita de Sumo de Espinafre:
- 200ml de sumo de laranja
- Folhas de espinafre
- 1 colher (sopa) de mel
Coloquem todos os ingredientes no liquidificador. Coem se preferirem, acrescentem gelo ou levem para gelar e sirvam em seguida.
terça-feira, 25 de março de 2014
Consumo de probióticos ajuda cérebro a funcionar
O consumo de probióticos pode melhorar o funcionamento do cérebro, sobretudo a nível emocional.
Esta é a conclusão de uma equipa da Universidade da Califórnia (UCLA), nos EUA, que estudou a ingestão deste tipo de bactéria, através de iogurtes.
O estudo envolveu 36 mulheres com idades entre os 18 e os 55 anos, que foram divididas em três grupos diferentes: um deles comeu um iogurte específico que continha vários probióticos duas vezes por dia, durante quatro semanas, o outro grupo consumiu um produto láteo semelhante ao iogurte, que não continha probióticos e, por sua vez, o terceiro grupo não consumiu nenhum desses produtos.
Estudos anteriores já tinham confirmado que o cérebro envia sinais para o intestino, pelo que o stress ou as alterações emocionais podem provocar problemas gastrointestinais. Este estudo veio confirmar que o processo inverso também se verifica, ocorrendo o envio de sinais do intestino para o cérebro.
Antes e depois das quatro semanas de testes, as 36 mulheres realizaram ressonâncias magnéticas ao cérebro, tanto em estado de repouso como numa situação emocional em que as mulheres viram e compararam uma série de fotografias de pessoas que apresentavam estados de raiva ou medo.
Este teste, que serve para medir os processos emocionais do cérebro, como resposta a estímulos exteriores, tinha sido já aplicada em pesquisas anteriores feitas em animais, revelando uma relação entre a flora intestinal e o funcionamento cerebral.
Através destes testes, os investigadores registaram melhorias na resposta das mulheres que consumiram iogurtes probióticos, comparativamente às que não consumiram, bem como uma maior conetividade entre uma região do cérebro, conhecida como zona cinzenta periaquedutal, e as áreas cognitivas associadas ao córtex pré-frontal.
Novas soluções contra depressão e outras doenças
Os cientistas da UCLA referem, em comunicado, que esta descoberta pode ser fundamental para desenvolver novas soluções dietéticas ou medicamentosas para melhorar o funcionamento do cérebro e combater doenças como a depressão.
Kirsten Tillisch, professora de medicina na UCLA e líder da investigação, refere que é comum ouvir os pacientes dizerem que se começaram a sentir deprimidos depois de registarem problemas intestinais, o que, como indica o estudo, comprova que “a ligação intestino-cérebro tem dois sentidos”.
Este estudo leva a concluir que a ingestão de bactérias pode ser positivo para o ser humano, não só ao nível do metabolismo mas também em termos do sistema cognitivo e emocional.
Este avanço sobre a compreensão da flora intestinal e os seus efeitos no cérebro pode também ajudar a encontrar formas de manipular os conteúdos intestinais de forma a combater doenças relacionadas com o cérebro, como é o caso do autismo ou das doenças de Parkinson e Alzheimer.
O estudo foi publicado na edição de Junho do jornal Gastroenterology. A investigação foi financiada pela Danone Research e conduzida por cientistas da UCLA e do Gerald Oppenheimer Family Center for Neurobiology of Stress.
Esta é a conclusão de uma equipa da Universidade da Califórnia (UCLA), nos EUA, que estudou a ingestão deste tipo de bactéria, através de iogurtes.
O estudo envolveu 36 mulheres com idades entre os 18 e os 55 anos, que foram divididas em três grupos diferentes: um deles comeu um iogurte específico que continha vários probióticos duas vezes por dia, durante quatro semanas, o outro grupo consumiu um produto láteo semelhante ao iogurte, que não continha probióticos e, por sua vez, o terceiro grupo não consumiu nenhum desses produtos.
Estudos anteriores já tinham confirmado que o cérebro envia sinais para o intestino, pelo que o stress ou as alterações emocionais podem provocar problemas gastrointestinais. Este estudo veio confirmar que o processo inverso também se verifica, ocorrendo o envio de sinais do intestino para o cérebro.
Antes e depois das quatro semanas de testes, as 36 mulheres realizaram ressonâncias magnéticas ao cérebro, tanto em estado de repouso como numa situação emocional em que as mulheres viram e compararam uma série de fotografias de pessoas que apresentavam estados de raiva ou medo.
Este teste, que serve para medir os processos emocionais do cérebro, como resposta a estímulos exteriores, tinha sido já aplicada em pesquisas anteriores feitas em animais, revelando uma relação entre a flora intestinal e o funcionamento cerebral.
Através destes testes, os investigadores registaram melhorias na resposta das mulheres que consumiram iogurtes probióticos, comparativamente às que não consumiram, bem como uma maior conetividade entre uma região do cérebro, conhecida como zona cinzenta periaquedutal, e as áreas cognitivas associadas ao córtex pré-frontal.
Novas soluções contra depressão e outras doenças
Os cientistas da UCLA referem, em comunicado, que esta descoberta pode ser fundamental para desenvolver novas soluções dietéticas ou medicamentosas para melhorar o funcionamento do cérebro e combater doenças como a depressão.
Kirsten Tillisch, professora de medicina na UCLA e líder da investigação, refere que é comum ouvir os pacientes dizerem que se começaram a sentir deprimidos depois de registarem problemas intestinais, o que, como indica o estudo, comprova que “a ligação intestino-cérebro tem dois sentidos”.
Este estudo leva a concluir que a ingestão de bactérias pode ser positivo para o ser humano, não só ao nível do metabolismo mas também em termos do sistema cognitivo e emocional.
Este avanço sobre a compreensão da flora intestinal e os seus efeitos no cérebro pode também ajudar a encontrar formas de manipular os conteúdos intestinais de forma a combater doenças relacionadas com o cérebro, como é o caso do autismo ou das doenças de Parkinson e Alzheimer.
O estudo foi publicado na edição de Junho do jornal Gastroenterology. A investigação foi financiada pela Danone Research e conduzida por cientistas da UCLA e do Gerald Oppenheimer Family Center for Neurobiology of Stress.
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Alimentação da mãe tem efeitos irreversíveis na saúde dos filhos
Ingestão de vitamina A é fundamental, mas não pode haver excessos, confirma uma descoberta feita por investigadores portugueses publicada na "Nature".
A alimentação materna tem efeitos irreversíveis no sistema imunitário e saúde dos filhos, segundo uma descoberta feita por investigadores portugueses.
A investigação do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina de Lisboa acaba de ser publicada online na revista científica “Nature”, vem demonstrar que a formação do sistema imunitário está depende da qualidade da dieta da mãe, nomeadamente da ingestão de vitamina A.
O investigador Henrique Veiga Fernandes, que coordena a equipa de investigadores, esclarece que os níveis de vitamina A adequados passam por uma alimentação equilibrada, porque um excesso está associado a riscos.
A equipa de Henrique Veiga Fernandes concluiu que, quando as mães são sujeitas a uma dieta sem vitamina A, os seus descendentes vão ter órgãos linfóides (do sistema imunitário) muito pequenos e terão problemas ao longo da sua vida adulta a combater as infecções a que serão sujeitas (virais ou bacterianas).
"A qualidade da dieta é muito importante, em particular para um micronutriente (vitamina A) que descobrimos ser essencial para a formação das células responsáveis pela formação do sistema imunitário, enquanto estamos no ventre da mãe", adiantou.
O imunologista adverte: "Se há uma alteração no período intra-uterino, essa alteração nunca vai ser recuperada, com consequências muito importantes na vida adulta".
Os investigadores concluíram que "os efeitos a longo prazo da malnutrição materna não podem ser menosprezados".
sexta-feira, 21 de março de 2014
É oficial: o chocolate negro faz bem à saúde!
Fibras do cacau são importantes para o combate de doenças como o cancro do colón.
Muitos outros estudos já publicados mostravam os benefícios do chocolate negro, mas as razões continuavam por desvendar.
Mas no encontro anual da American Chemical Society, em Dallas, John Finley, professor e investigador da Universidade do Estado do Louisiana, afirmou “que alguns dos componentes do cacau são muito bons para saúde”.
Finley e Maria Moore, aluna e investigadora deste projeto, decidiram perceber de que forma as fibras não digeríveis do cacau, que vão directamente para o cólon, têm impacto no organismo.
Desta forma, os investigadores recorreram a um modelo de sistema digestivo similar ao do humano e concluíram que as fibras do cacau, depois de fermentarem, transformavam-se em ácidos gordos de cadeia curta, “a comida preferida das células do cólon”, explicou Finley.
“Existem dois tipos de bactérias no intestino, as boas e as más. As bactérias boas, tais como Bifidobacterium e a bactéria do ácido láctico, adoram chocolate. Quando comes chocolate preto, elas crescem e fermentam, produzindo componentes anti-inflamatórias”, explicou Moore no encontro.
Finley e Moore concluiram que a combinação do teor de fibra do cacau com os ingredientes não digeridos dos alimentos pode contribuir para a saúde, criando maior resistência ao cancro do cólon e à doença inflamatória do intestino.
Fonte: SAPO Saúde
Muitos outros estudos já publicados mostravam os benefícios do chocolate negro, mas as razões continuavam por desvendar.
Mas no encontro anual da American Chemical Society, em Dallas, John Finley, professor e investigador da Universidade do Estado do Louisiana, afirmou “que alguns dos componentes do cacau são muito bons para saúde”.
Finley e Maria Moore, aluna e investigadora deste projeto, decidiram perceber de que forma as fibras não digeríveis do cacau, que vão directamente para o cólon, têm impacto no organismo.
Desta forma, os investigadores recorreram a um modelo de sistema digestivo similar ao do humano e concluíram que as fibras do cacau, depois de fermentarem, transformavam-se em ácidos gordos de cadeia curta, “a comida preferida das células do cólon”, explicou Finley.
“Existem dois tipos de bactérias no intestino, as boas e as más. As bactérias boas, tais como Bifidobacterium e a bactéria do ácido láctico, adoram chocolate. Quando comes chocolate preto, elas crescem e fermentam, produzindo componentes anti-inflamatórias”, explicou Moore no encontro.
Finley e Moore concluiram que a combinação do teor de fibra do cacau com os ingredientes não digeridos dos alimentos pode contribuir para a saúde, criando maior resistência ao cancro do cólon e à doença inflamatória do intestino.
Fonte: SAPO Saúde
Alcachofra: depurativa
A natureza dotou alguns alimentos com propriedades que os tornam autênticos aliados quando se quer perder peso e volume.
Trata-se de produtos que combinam duas características: fornecem pouquíssimas calorias e são compostos por substâncias que ajudam a não ganhar peso.
É o caso da cinarina da alcachofra que estimula a eliminação de gorduras.
Já devem ter ouvido falar dos seus benefícios, quer seja consumida fresca, enlatada ou congelada. A sua quantidade de calorias é muito baixa, 40 por 100 gramas.
O que faz?
1. Facilita a digestão de gorduras, graças à presença da cinarina.
2. A sua fibra diminui a absorção de gorduras e de açúcares, é saciante e evita a prisão de ventre.
3. O seu baixo conteúdo de sódio ajuda a equilibrar a tensão arterial.
4. O potássio que contém torna-a diurética.
5. É depurativa, digestiva e estimula o metabolismo hepatobiliar.
6. Diminui o colesterol.
7. Regula os níveis de glicemia e, por isso, o seu consumo é aconselhado aos
diabéticos.
Incluam ao almoço ou ao jantar uma porção de alcachofra e evitem adicionar gordura, ou seja, cozinhem-na na grelha ou a vapor.
Aproveitem a água se a cozerem, pois, tal como o sumo, é um excelente diurético e aporta vitaminas e sais minerais.
Como suplementos de Alcachofra recomendamos:
Alcachofra 1200 Forte
Arkoampolas Dieta da Alcachofra
Alcachofra Plan 4 em 1
Alcachofra Forte Comprimidos
sexta-feira, 7 de março de 2014
A ingestão de cogumelos ajuda o organismo a defender-se da gripe?
Ricos em fibras insolúveis, os cogumelos ajudam a diminuir o inchaço abdominal e a combater as constipações.
As variedades brancas contêm vitamina D, uma vitamina difícil de obter através da alimentação e que, juntamente com o cálcio, melhora a saúde dos ossos e dos dentes.
Existem vários cogumelos que estimulam o sistema imunitário e alguns deles são mais indicados para prevenir e tratar a gripe, como é o caso do cogumelo-do-sol (agaricus blazei), do cordyceps e do maitake.
Estes possuem constituintes com ação imunoestimulante, especialmente polissacáridos que aumentam os linfócitos T, as células NK e os macrófagos, alguns dos polícias do nosso organismo contra vírus e bactérias.
Para além disso, aumentam a imunidade, ajudam a combater a gripe pois promovem o aumento da capacidade respiratória, funcionam como expetorantes e anti-inflamatórios das vias respiratórias.
As dosagens são 500 mg, duas a seis vezes ao dia, consoante a gravidade da situação, sob a forma de comprimidos.
Para complementar a ação destes fungos recomenda-se, na alimentação, o alho, o limão, os orégãos e o própolis.
Podem, ainda, recorrer a plantas medicinais, especialmente a equinácea que, segundo estudos científicos, reduz a duração da gripe para metade dos dias.
O sabugueiro (com uma forte ação na redução da febre) e o eucalipto (famoso pelo seu óleo essencial antibiótico que pode ser inalado por vaporizações) são outras das plantas recomendadas.
Fonte: João Beles (naturopata e professor no Instituto de Medicina Tradicional de Lisboa), Revista Prevenir
quinta-feira, 6 de março de 2014
Caminhar faz tão bem ao coração como correr!
O estudo foi feito ao longo de seis anos a mais de 48 mil pessoas.
Caminhar depressa pode ser tão bom para controlar a pressão arterial, o colesterol e o risco de contrair diabetes como correr.
As conclusões são de um estudo publicado este mês pela revista Asteriosclerosis, Thrombosis and Vascular Biology que revela que o importante é a distância que se percorre no exercício, e não o tempo.
Caminhar depressa pode ser tão bom para controlar a pressão arterial, o colesterol e o risco de contrair diabetes como correr.
As conclusões são de um estudo publicado este mês pela revista Asteriosclerosis, Thrombosis and Vascular Biology que revela que o importante é a distância que se percorre no exercício, e não o tempo.
O estudo foi feito a 33.060 corredores e 15.045 pessoas que utilizam as caminhadas como forma de exercício ao longo de seis anos. Retiradas as conclusões, os investigadores verificaram que a energia utilizada nas duas formas de exercício resulta em “reduções similares para a tensão arterial alta, o colesterol alto, diabetes e possivelmente para doenças cardíacas”, diz o documento.
“Caminhar e correr são um teste ideal para testar os benefícios para a saúde das caminhadas de intensidade moderada e corridas de intensidade vigorosa porque envolvem o mesmo grupo de músculos e as mesmas actividades feitas em diferentes intensidades”, disse o principal autor do estudo, Paul Williams.
“Quanto mais os corredores correram e os ’caminhantes’ caminharam, melhor estavam em benefícios para a saúde. Se a quantidade de energia gasta foi a mesma nos dois grupos, então os benefícios para a saúde eram comparáveis”, acrescentou Paul Williams.
“Caminhar pode ser uma actividade mais sustentável para algumas pessoas quando comparada com a corrida, mas aqueles que escolhem correr acabam por fazer o dobro do exercício do que os que escolhem caminhar”, concluiu o autor do estudo.
Fonte: http://lifestyle.publico.pt
Fonte: http://lifestyle.publico.pt
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