terça-feira, 17 de junho de 2014
Sabem porque devem comer sempre ovos?
De acordo com o British Medical Journal, os ovos devem fazer parte da nossa alimentação diária, de forma moderada, não sendo uma má influência à nossa saúde.
Propícia bebés mais saudáveis
Alimentos rico em vitamina B diminuem os riscos de desordens mentais em crianças, sendo fulcral no desenvolvimento do cérebro dos bebés. Logo, as grávidas devem consumir este alimento para prevenir o aparecimento de doenças como Síndroma de Down.
São bons aliados para controlar o apetite
Se anda preocupado com a sua alimentação, comer ovos no início do dia ajuda-o a combater a gula que costuma sentir ao final do dia. A proteína de alta qualidade presente neste alimento ajuda a criar uma maior saciedade, que dura todo o dia.
Melhoram os seus reflexos
O aminoácido é uma das caracterisiticas do ovo que ajuda a reagir mais rápido, a dar respostas automáticas, tomando consequentemente decisões mais rápidas.
Reduzem o risco de cancro
O factor antioxidante do ovo, ajuda a reduzir o risco de cancro e doenças do coração. Embora na cozedura se reduzam um pouco esses valores, o ovo continua a ser um alimento rico nesta propriedade.
Ajuda a baixar a tensão arterial
A proteína do ovo reduz a tensão arterial, funcionando como um medicamento para a hipertensão.
Fonte: http://visao.sapo.pt
E sabem verificar se um ovo está bom?
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Estudo revela que comer peixe aumenta esperança de vida dos mais idosos
Investigadores da Universidade de Harvard e da Universidade do Estado de Washington revelam que as pessoas com mais de 65 anos que tenham altos níveis de ómega-3 no sangue vivem em média mais 2,2 anos.
Os cientistas provaram que o consumo regular de peixe, rico neste ácido gordo, pode reduzir cerca de 35 por cento o risco de mortalidade no caso de doenças cardiovasculares.
O estudo foi divulgado na edição digital da revista Annals of Internal Medicine.
Para clarificar os efeitos do ácido gordo na saúde, foram analisados biomarcadores no sangue ao longo de 16 anos de estatísticas, relativas a cerca de 2.700 pessoas nos Estados Unidos com mais de 65 anos.
Darius Mozaffaris, professor adjunto de epidemiologia na faculdade de saúde pública da Universidade de Harvard e coautor do estudo afirma que "O consumo de peixes ricos em ácido gordo é considerado há muito tempo uma alimentação saudável, mas havia pouca investigação para avaliar os efeitos benéficos do ómega 3 na saúde de adultos mais velhos".
"Os resultados desta investigação confirmam a importância de níveis adequados de ómega-3 no sangue para a saúde cardiovascular e sugerem que, mais tarde, esses benefícios podem aumentar o número de anos de vida", adiantou o investigador, citado pela agência France Presse.
Fonte: Lusa
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Pistácios são arma secreta contra a diabetes 2
As pessoas pré-diabéticas, que correm o risco de desenvolver diabetes tipo 2, podem evitar a doença através do consumo de 57 gramas de pistácios por dia, revela um novo estudo.
A investigação, realizada por investigadores da Universidade Rovira i Virgili, em Espanha, verificou que os pistácios podem ajudar a prevenir diabetes em indivíduos em risco de desenvolver a doença.
Para chegar a esta conclusão, a equipa testou um grupo de 54 pessoas diagnosticadas como sendo pré-diabéticas. Durante oito meses, os participantes consumiram uma média de 57 (cerca de 60 nozes) gramas de pistácios por dia.
Embora não se tenham verificado alterações ao nível do peso, os testes sanguíneos revelaram que os níveis de glucose e de insulina no sangue, bem como o colesterol “mau” (ou seja, o LDL), tinham descido de forma significativa. Estes são os indicadores que interessa reduzir quando se pretende prevenir a diabetes tipo 2.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Ameixas secas ajudam a perder peso!
O consumo de ameixas secas pode ser um aliado eficaz durante dietas de controlo de peso, ajudando ao emagrecimento.
A conclusão é de um estudo realizado por investigadores britânicos que vem contrariar teorias anteriores que apontam para o facto de a fruta seca não ser recomendada para quem quer emagrecer embora aumente a sensação de saciedade.
Os investigadores do Instituto de Psicologia, Saúde e Sociedade da Universidade de Liverpool, em Inglaterra, reuniram 100 indivíduos com obesidade ou excesso de peso e com dietas pobres em fibras e estudaram os efeitos da introdução de ameixas secas no regime alimentar dos mesmos durante mais de 12 semanas para apurar se estas contribuíam ou prejudicavam a o controlo do peso.
Além disso, a equipa procurou analisar se estes indivíduos conseguiam tolerar a ingestão substancial de ameixas secas e se a introdução desta fruta na dieta apresentava efeitos benéficos ao nível do apetite.
Para levar a cabo esta análise, os voluntários foram divididos em dois grupos - os elementos do primeiro grupo consumiram ameixas secas todos os dias (140 gramas no caso das mulheres, 171 gramas no caso dos homens) e os do segundo grupo receberam apenas conselhos acerca de aperitivos saudáveis que poderiam introduzir no regime alimentar no decurso da dieta.
Os especialistas, cujo estudo foi recentemente apresentado no Congresso Europeu da Obesidade em Sófia, na Bulgária, concluíram que aqueles que comeram ameixas, introduzindo-as num regime alimentar saudável, perderam 2 quilos de peso e 2,5 centímetros de cintura.
Pelo contrário, os elementos do grupo de controlo perderam somente 1,5 quilos de peso e 1,7 centímetros de cintura. Os indivíduos do grupo das ameixas experienciaram ainda uma maior perda de peso durante as últimas quatro semanas do estudo, revelando maiores sentimentos de saciedade após a oitava semana e tolerando bem a introdução desta fruta seca na alimentação.
"Este é o primeiro estudo a demonstrar, simultaneamente, perda de peso e ausência de efeitos secundários negativos em resultado do consumo de ameixas secas no âmbito de uma dieta de controlo de peso", afirma Jo Harrold, responsável pela coordenação do estudo, em comunicado divulgado pela universidade.
"Com efeito, a longo-prazo, esta fruta pode ser benéfica para quem está a fazer dieta, 'atacando' a fome e satisfazendo o apetite, um grande desafio enfrentado por quem está a tentar perder peso", acrescenta.
Segundo Jason Halford, professor daquela instituição universitária britânica também envolvido na investigação, "manter uma dieta saudável é desafiante" e, "a par da fruta fresca e dos vegetais, a fruta seca pode constituir-se como um elemento adicional útil e conveniente para a dieta, em especial para controlo do apetite".
A conclusão é de um estudo realizado por investigadores britânicos que vem contrariar teorias anteriores que apontam para o facto de a fruta seca não ser recomendada para quem quer emagrecer embora aumente a sensação de saciedade.
Os investigadores do Instituto de Psicologia, Saúde e Sociedade da Universidade de Liverpool, em Inglaterra, reuniram 100 indivíduos com obesidade ou excesso de peso e com dietas pobres em fibras e estudaram os efeitos da introdução de ameixas secas no regime alimentar dos mesmos durante mais de 12 semanas para apurar se estas contribuíam ou prejudicavam a o controlo do peso.
Além disso, a equipa procurou analisar se estes indivíduos conseguiam tolerar a ingestão substancial de ameixas secas e se a introdução desta fruta na dieta apresentava efeitos benéficos ao nível do apetite.
Para levar a cabo esta análise, os voluntários foram divididos em dois grupos - os elementos do primeiro grupo consumiram ameixas secas todos os dias (140 gramas no caso das mulheres, 171 gramas no caso dos homens) e os do segundo grupo receberam apenas conselhos acerca de aperitivos saudáveis que poderiam introduzir no regime alimentar no decurso da dieta.
Os especialistas, cujo estudo foi recentemente apresentado no Congresso Europeu da Obesidade em Sófia, na Bulgária, concluíram que aqueles que comeram ameixas, introduzindo-as num regime alimentar saudável, perderam 2 quilos de peso e 2,5 centímetros de cintura.
Pelo contrário, os elementos do grupo de controlo perderam somente 1,5 quilos de peso e 1,7 centímetros de cintura. Os indivíduos do grupo das ameixas experienciaram ainda uma maior perda de peso durante as últimas quatro semanas do estudo, revelando maiores sentimentos de saciedade após a oitava semana e tolerando bem a introdução desta fruta seca na alimentação.
"Este é o primeiro estudo a demonstrar, simultaneamente, perda de peso e ausência de efeitos secundários negativos em resultado do consumo de ameixas secas no âmbito de uma dieta de controlo de peso", afirma Jo Harrold, responsável pela coordenação do estudo, em comunicado divulgado pela universidade.
"Com efeito, a longo-prazo, esta fruta pode ser benéfica para quem está a fazer dieta, 'atacando' a fome e satisfazendo o apetite, um grande desafio enfrentado por quem está a tentar perder peso", acrescenta.
Segundo Jason Halford, professor daquela instituição universitária britânica também envolvido na investigação, "manter uma dieta saudável é desafiante" e, "a par da fruta fresca e dos vegetais, a fruta seca pode constituir-se como um elemento adicional útil e conveniente para a dieta, em especial para controlo do apetite".
terça-feira, 20 de maio de 2014
Mais uma NOVIDADE: L-Carnitina OnFire GoldNutrition!!
Da Gold Nutrition, o mais recente lançamento: L-CARNITINA ON FIRE!
A GoldNutrition® acaba de lançar duas fórmulas inovadoras de L-Carnitina termogénica – as novas ONFIRE, disponíveis em versão Man e Woman.
Com 3g de L-Carnitina líquida da melhor qualidade - pura e super concentrada, para o máximo poder de acção e absorção - e uma combinação específica de ingredientes, de acordo com as especificidades de cada metabolismo.
Com L-Carnitina ONFIRE GoldNutrition® os benefícios da prática de actividade física são promovidos ao máximo!
Sabores: Man – Pêssego | Woman – Cereja
Suplemento nutricional indicado para:
- Diminuição da gordura corporal;
- Estimular o metabolismo;
- Aumentar a definição muscular;
- Aumentar a performance em modalidades de endurance, por aumento do VO2 max;
- Facilitar a recuperação após o exercício;
- Prevenção da fadiga muscular crónica.
L-Carnitina On Fire Man Gold Nutrition:
Shots com 3g de L-Carnitina+Guaraná+Cafeína+Colina+CoQ10+Rhodiola rosea! Ajuda a diminuir a gordura, a estimular o metabolismo, a aumentar a definição muscular e a performance, a facilitar a recuperação e a prevenir a fadiga! Para homens que se preocupam com o seu corpo!
L-Carnitina OnFire Woman Gold Nutrition:
Shots com 3g de L-Carnitina + Chá Verde + Guaraná + Cafeína + Colina + Garcinia Cambogia + Ácido Hidroxicítrico + Galega officinalis! Ajuda a diminuir a gordura, a estimular o metabolismo, a aumentar a performance, a prevenir a fadiga e a controlar o apetite. Para mulheres que se preocupam com o seu corpo!
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segunda-feira, 19 de maio de 2014
Estudo revela que dieta mediterrânica e vinho reduzem risco de doença mortal
Azeite virgem extra também reduz risco de doenças cardiovasculares em pessoas com risco alto.
O consumo de vinho reduz o risco de mortalidade e o azeite virgem extra baixa a possibilidade de ocorrência de acidentes cardiovasculares, revela duas pesquisas da Universidade de Barcelona, no âmbito da dieta mediterrânica.
O primeiro estudo, realizado pelo Grupo de Investigação de Antioxidantes Naturais da Faculdade de Farmácia da Universidade de Barcelona, incidiu particularmente sobre alimentos com polifenol, substâncias caracterizadas por terem um ou mais hidroxilas ligadas a um anel aromático, contidas no vinho e sementes.
Com a participação de investigadores da Universidade Rovira i Vergili, de Tarragona, o grupo de trabalho realizou uma segunda pesquisa, em pessoas com idades entre 55 e 80 anos, demonstrando que o consumo de azeite virgem extra reduz o risco de doenças cardiovasculares em pessoas com um risco alto.
A investigação concluiu que uma dieta rica em polifenol permite uma redução significativa na mortalidade com qualquer causa, não só devida a enfermidades cardiovasculares.
Fonte: Lusa
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Já ouviram falar na Doença Celíaca?
Doença Celíaca é "subdiagnosticada" em Portugal, há quase 100 mil doentes "anónimos”.
Portugal estão apenas diagnosticados 10 mil indivíduos com a doença
A Doença Celíaca, caracterizada pela "intolerância" ao glúten, afeta entre 1 e 3% da população portuguesa, mas existem "apenas" 10 mil casos referenciados, pelo que especialistas consideram que a patologia é subdiagnostiacada, existindo cerca de 100 mil celíacos "anónimos".
Em declarações à agência Lusa a propósito da 2ª reunião nacional da Doença Celíaca, a realizar sábado, em Braga, a organizadora do evento e médica, Henedina Antunes, explicou que "ainda não é fácil" o dia-a-dia de um celíaco principalmente porque "muitas vezes o é sem saber".
Com origens que remontam ao século II, com a introdução massiva de cereais (que contém glúten) na alimentação, a Doença Celíaca (DC) é uma doença autoimune, que afeta indivíduos com predisposição genética, causada pela permanente sensibilidade ao glúten que, ao ser ingerido, provoca lesões na mucosa do intestino e origina uma diminuição da capacidade de absorção dos nutrientes.
"Em Portugal existe apenas um estudo sobre a DC. Foi feito aqui em Braga e apontou para uma prevalência da patologia em uma entre 134 pessoas. Ou seja, estima-se que entre 1 e 3% de portugueses sejam celíacos", explicou Henedina Antunes, também autora do referido estudo.
Apesar dos cálculos, em Portugal "apenas estão diagnosticados 10 mil indivíduos", sinal de que esta é uma doença "subdiagnosticada" ainda hoje.
"A verdade é que podem existir até cerca de 100 mil celíacos anónimos. Isto tem consequências na saúde destes indivíduos e afeta-os, seguramente, no bem-estar", alertou.
Por isso, a especialista defende que "aos primeiros sinais deve ser feito o rastreio", exame que, disse, "nem é muito dispendioso, mas pode traduzir-se numa melhoria enorme na qualidade de vida" dos doentes.
"Há mulheres a quem só é diagnosticada a DC quando querem engravidar e não conseguem. É um exemplo de como se pode chegar à idade adulta sem que seja apontado o problema embora, indiscutivelmente, tenha havido sinais de alarme ao longo da vida", contou.
Os sintomas da DC são "na forma típica, que afeta as crianças, diarreias crónicas, distensão abdominal, vómitos, atrasos no crescimento", na "forma atípica, em adultos, anemia, aftas, dores ósseas, caibras, alterações dermatológicas".
A DC, embora não seja uma doença "potencialmente fatal", pode levar à morte porque, explicou Henedina Antunes, "a proibição de ingerir glúten é vitalícia" já que "não há cura" para a patologia.
"Muitos alimentos têm glúten e as pessoas não o sabem. Todos os derivados de trigo, cevada, centeio e aveia como pão, torradas, bolachas, massas, bolos, cerveja, entre outros. Daí esta ser uma doença associada a áreas indo-europeias onde aqueles prevalecem na alimentação. Mas já há casos de DC em países como a China, efeitos da globalização alimentar", disse.
Segundo esta especialista, "apesar das restrições não é impossível conviver com esta doença, embora ainda hoje seja difícil", até porque, referiu, "a oferta, apesar de ter crescido nos últimos 10 anos, não é muita e, em regra, estes alimentos preparados sem glúten são mais caros".
Além disso, não estão disponíveis em "qualquer" sítio.
"Um celíaco vai a um café em Portugal e está muito limitado. Não tem que ser assim. É preciso haver um pressing para que seja usual e normal ter alimentos feitos sem glúten. Para já é ainda raro. Há que mudar o paradigma", alertou.
Fonte: Por Lusa
Portugal estão apenas diagnosticados 10 mil indivíduos com a doença
A Doença Celíaca, caracterizada pela "intolerância" ao glúten, afeta entre 1 e 3% da população portuguesa, mas existem "apenas" 10 mil casos referenciados, pelo que especialistas consideram que a patologia é subdiagnostiacada, existindo cerca de 100 mil celíacos "anónimos".
Em declarações à agência Lusa a propósito da 2ª reunião nacional da Doença Celíaca, a realizar sábado, em Braga, a organizadora do evento e médica, Henedina Antunes, explicou que "ainda não é fácil" o dia-a-dia de um celíaco principalmente porque "muitas vezes o é sem saber".
Com origens que remontam ao século II, com a introdução massiva de cereais (que contém glúten) na alimentação, a Doença Celíaca (DC) é uma doença autoimune, que afeta indivíduos com predisposição genética, causada pela permanente sensibilidade ao glúten que, ao ser ingerido, provoca lesões na mucosa do intestino e origina uma diminuição da capacidade de absorção dos nutrientes.
"Em Portugal existe apenas um estudo sobre a DC. Foi feito aqui em Braga e apontou para uma prevalência da patologia em uma entre 134 pessoas. Ou seja, estima-se que entre 1 e 3% de portugueses sejam celíacos", explicou Henedina Antunes, também autora do referido estudo.
Apesar dos cálculos, em Portugal "apenas estão diagnosticados 10 mil indivíduos", sinal de que esta é uma doença "subdiagnosticada" ainda hoje.
"A verdade é que podem existir até cerca de 100 mil celíacos anónimos. Isto tem consequências na saúde destes indivíduos e afeta-os, seguramente, no bem-estar", alertou.
Por isso, a especialista defende que "aos primeiros sinais deve ser feito o rastreio", exame que, disse, "nem é muito dispendioso, mas pode traduzir-se numa melhoria enorme na qualidade de vida" dos doentes.
"Há mulheres a quem só é diagnosticada a DC quando querem engravidar e não conseguem. É um exemplo de como se pode chegar à idade adulta sem que seja apontado o problema embora, indiscutivelmente, tenha havido sinais de alarme ao longo da vida", contou.
Os sintomas da DC são "na forma típica, que afeta as crianças, diarreias crónicas, distensão abdominal, vómitos, atrasos no crescimento", na "forma atípica, em adultos, anemia, aftas, dores ósseas, caibras, alterações dermatológicas".
A DC, embora não seja uma doença "potencialmente fatal", pode levar à morte porque, explicou Henedina Antunes, "a proibição de ingerir glúten é vitalícia" já que "não há cura" para a patologia.
"Muitos alimentos têm glúten e as pessoas não o sabem. Todos os derivados de trigo, cevada, centeio e aveia como pão, torradas, bolachas, massas, bolos, cerveja, entre outros. Daí esta ser uma doença associada a áreas indo-europeias onde aqueles prevalecem na alimentação. Mas já há casos de DC em países como a China, efeitos da globalização alimentar", disse.
Segundo esta especialista, "apesar das restrições não é impossível conviver com esta doença, embora ainda hoje seja difícil", até porque, referiu, "a oferta, apesar de ter crescido nos últimos 10 anos, não é muita e, em regra, estes alimentos preparados sem glúten são mais caros".
Além disso, não estão disponíveis em "qualquer" sítio.
"Um celíaco vai a um café em Portugal e está muito limitado. Não tem que ser assim. É preciso haver um pressing para que seja usual e normal ter alimentos feitos sem glúten. Para já é ainda raro. Há que mudar o paradigma", alertou.
Fonte: Por Lusa
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