quarta-feira, 18 de junho de 2014

Um peixe gordo que previne doenças cardiovasculares e não só!

Muito apreciada pelos portugueses, a sardinha é um peixe gordo, saudável e nutritivo, rico em proteína e ómega-3, sendo também uma importante fonte de cálcio.
Selénio, fósforo e vitamina D são outros dos nutrientes que também encontra neste peixe, que além de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e de Alzheimer, também ajuda a combater a depressão.
Alguns estudos internacionais apontam uma relação entre o consumo de peixes gordos como a sardinha e a diminuição da incidência de artrite em pessoas que sofrem desta patologia. A American Heart Association (AHA) recomenda mesmo a ingestão deste tipo de alimento pelo menos duas vezes por semana. A sardinha, que se distingue ainda pelo seu teor de vitaminas do complexo B, é uma excelente fonte de ácido eicosapentaenóico (EPA) e de ácido docosahexanóico (DHA), dois ácidos gordos da família dos ómega-3.
Estas substâncias promovem o bom funcionamento do sistema imunológico, do sistema circulatório e dos sistemas hormonais. Vários estudos clínicos e epidemiológicos demonstraram que o consumo de ómega-3 oriundos de peixes gordos exercem efeitos benéficos sobre a saúde cardiovascular, contribuindo para uma redução da mortalidade por doenças cardiovasculares, uma vez que reduzem a pressão sanguínea, tal como a presença de triglicéridos no sangue e a formação de coágulos sanguíneos, reduzindo assim o risco de aterosclerose.
Uma porção de 100 g de sardinhas fornece cerca de 1 g de ómega-3, sendo a sardinha um dos seis peixes mais ricos em EPA e DHA, juntamente com a truta, a cavala, o atum, o arenque e o salmão. O conteúdo lipídico e de ómega-3 varia, contudo, consoante a época. A sardinha é mais rica em lípidos no verão do que no inverno, daí ser sobretudo consumida em Portugal nos meses de maior calor e tradicionalmente associada aos festejos dos Santos Populares.
Além de ácidos gordos, este peixe representa uma importante fonte de proteínas completas, porque contém os nove aminoácidos essenciais de que o organismo necessita. Os resultados de um estudo internacional mostraram que o consumo desta proteína aumentou a fibrinólise, além de prolongar o tempo de coagulação do sangue. Estes dois efeitos complementares podem ser benéficos para os indivíduos em risco de trombose. O fósforo presente na sardinha também ajuda a manter ossos e dentes saudáveis.
A par de vitamina B3 e de selénio, que combate os radicais livres, a sardinha é também uma fonte de ferro a ter em conta, sobretudo para as mulheres, que têm uma necessidade específica diferente da do homem no que se refere a este mineral, necessário para o transporte de oxigénio e para a formação de células vermelhas do sangue. Também desempenha um papel na produção de novas células, hormonas e neurotransmissores, mensageiros em impulsos nervosos.
A sardinha é ainda uma boa fonte de zinco para as mulheres, bem como de cobre, necessário para a formação de hemoglobina e de colagénio, substância utilizada para a estrutura da proteína e para a reparação de tecidos no corpo. Algumas das enzimas que contêm cobre também contribuem para a defesa do organismo contra os radicais livres, retardando os efeitos do envelhecimento.
Em termos práticos e objetivos, o seu valor nutritivo é inegável. 100 g de sardinhas contêm, em média, cerca de 208 kcal, cerca de 24,6 g de proteínas e 11,5 g de gordura, sendo dessa 1,5 g de gordura saturada, cerca de 3,9 g de gordura monoinsaturada, cerca de 5,2 g de gordura polinsaturada e 142 mg de colesterol, o que exige todavia alguma moderação no que se refere ao seu consumo.

Fonte: Revista Prevenir

terça-feira, 17 de junho de 2014

Sabem porque devem comer sempre ovos?



De acordo com o British Medical Journal, os ovos devem fazer parte da nossa alimentação diária, de forma moderada, não sendo uma má influência à nossa saúde.

 Propícia bebés mais saudáveis
Alimentos rico em vitamina B diminuem os riscos de desordens mentais em crianças, sendo fulcral no desenvolvimento do cérebro dos bebés. Logo, as grávidas devem consumir este alimento para prevenir o aparecimento de doenças como Síndroma de Down.

São bons aliados para controlar o apetite
Se anda preocupado com a sua alimentação, comer ovos no início do dia ajuda-o a combater a gula que costuma sentir ao final do dia. A proteína de alta qualidade presente neste alimento ajuda a criar uma maior saciedade, que dura todo o dia.

Melhoram os seus reflexos
O aminoácido é uma das caracterisiticas do ovo que ajuda a reagir mais rápido, a dar respostas automáticas, tomando consequentemente decisões mais rápidas.

Reduzem o risco de cancro
O factor antioxidante do ovo, ajuda a reduzir o risco de cancro e doenças do coração. Embora na cozedura se reduzam um pouco esses valores, o ovo continua a ser um alimento rico nesta propriedade.

Ajuda a baixar a tensão arterial
A proteína do ovo reduz a tensão arterial, funcionando como um medicamento para a hipertensão.

Fonte: http://visao.sapo.pt    

E sabem verificar se um ovo está bom?



quarta-feira, 11 de junho de 2014

Estudo revela que comer peixe aumenta esperança de vida dos mais idosos



Investigadores da Universidade de Harvard e da Universidade do Estado de Washington revelam que as pessoas com mais de 65 anos que tenham altos níveis de ómega-3 no sangue vivem em média mais 2,2 anos. 


Os cientistas provaram que o consumo regular de peixe, rico neste ácido gordo, pode reduzir cerca de 35 por cento o risco de mortalidade no caso de doenças cardiovasculares.


O estudo foi divulgado na edição digital da revista  Annals of Internal Medicine.


Para clarificar os efeitos do ácido gordo na saúde, foram analisados biomarcadores no sangue ao longo de 16 anos de estatísticas, relativas a cerca de 2.700  pessoas nos Estados Unidos com mais de 65 anos.


Darius Mozaffaris,  professor adjunto de epidemiologia na faculdade de saúde pública da Universidade  de Harvard e coautor do estudo afirma que "O consumo de peixes ricos em ácido gordo é considerado há muito tempo  uma alimentação saudável, mas havia pouca investigação para avaliar os efeitos  benéficos do ómega 3 na saúde de adultos mais velhos".


 "Os resultados desta investigação confirmam a importância de níveis  adequados de ómega-3 no sangue para a saúde cardiovascular e sugerem que,  mais tarde, esses benefícios podem aumentar o número de anos de vida", adiantou  o investigador, citado pela agência France Presse. 


Fonte: Lusa

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Pistácios são arma secreta contra a diabetes 2



As pessoas pré-diabéticas, que correm o risco de desenvolver diabetes tipo 2, podem evitar a doença através do consumo de 57 gramas de pistácios por dia, revela um novo estudo.

A investigação, realizada por investigadores da Universidade Rovira i Virgili, em Espanha, verificou que os pistácios podem ajudar a prevenir diabetes em indivíduos em risco de desenvolver a doença.

Para chegar a esta conclusão, a equipa testou um grupo de 54 pessoas diagnosticadas como sendo pré-diabéticas. Durante oito meses, os participantes consumiram uma média de 57 (cerca de 60 nozes) gramas de pistácios por dia.

Embora não se tenham verificado alterações ao nível do peso, os testes sanguíneos revelaram que os níveis de glucose e de insulina no sangue, bem como o colesterol “mau” (ou seja, o LDL), tinham descido de forma significativa. Estes são os indicadores que interessa reduzir quando se pretende prevenir a diabetes tipo 2.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Ameixas secas ajudam a perder peso!

 O consumo de ameixas secas pode ser um aliado eficaz durante dietas de controlo de peso, ajudando ao emagrecimento.

A conclusão é de um estudo realizado por investigadores britânicos que vem contrariar teorias anteriores que apontam para o facto de a fruta seca não ser recomendada para quem quer emagrecer embora aumente a sensação de saciedade.


Os investigadores do Instituto de Psicologia, Saúde e Sociedade da Universidade de Liverpool, em Inglaterra, reuniram 100 indivíduos com obesidade ou excesso de peso e com dietas pobres em fibras e estudaram os efeitos da introdução de ameixas secas no regime alimentar dos mesmos durante mais de 12 semanas para apurar se estas contribuíam ou prejudicavam a o controlo do peso. 

Além disso, a equipa procurou analisar se estes indivíduos conseguiam tolerar a ingestão substancial de ameixas secas e se a introdução desta fruta na dieta apresentava efeitos benéficos ao nível do apetite.

Para levar a cabo esta análise, os voluntários foram divididos em dois grupos - os elementos do primeiro grupo consumiram ameixas secas todos os dias (140 gramas no caso das mulheres, 171 gramas no caso dos homens) e os do segundo grupo receberam apenas conselhos acerca de aperitivos saudáveis que poderiam introduzir no regime alimentar no decurso da dieta. 

Os especialistas, cujo estudo foi recentemente apresentado no Congresso Europeu da Obesidade em Sófia, na Bulgária, concluíram que aqueles que comeram ameixas, introduzindo-as num regime alimentar saudável, perderam 2 quilos de peso e 2,5 centímetros de cintura. 

Pelo contrário, os elementos do grupo de controlo perderam somente 1,5 quilos de peso e 1,7 centímetros de cintura. Os indivíduos do grupo das ameixas experienciaram ainda uma maior perda de peso durante as últimas quatro semanas do estudo, revelando maiores sentimentos de saciedade após a oitava semana e tolerando bem a introdução desta fruta seca na alimentação. 

"Este é o primeiro estudo a demonstrar, simultaneamente, perda de peso e ausência de efeitos secundários negativos em resultado do consumo de ameixas secas no âmbito de uma dieta de controlo de peso", afirma Jo Harrold, responsável pela coordenação do estudo, em comunicado divulgado pela universidade.

"Com efeito, a longo-prazo, esta fruta pode ser benéfica para quem está a fazer dieta, 'atacando' a fome e satisfazendo o apetite, um grande desafio enfrentado por quem está a tentar perder peso", acrescenta. 

Segundo Jason Halford, professor daquela instituição universitária britânica também envolvido na investigação, "manter uma dieta saudável é desafiante" e, "a par da fruta fresca e dos vegetais, a fruta seca pode constituir-se como um elemento adicional útil e conveniente para a dieta, em especial para controlo do apetite". 

terça-feira, 20 de maio de 2014

Mais uma NOVIDADE: L-Carnitina OnFire GoldNutrition!!

 L-Carnitina On Fire Gold Nutrition

Da Gold Nutrition, o mais recente lançamento: L-CARNITINA ON FIRE!

A GoldNutrition® acaba de lançar duas fórmulas inovadoras de L-Carnitina termogénica – as novas ONFIRE, disponíveis em versão Man e Woman.

Com 3g de L-Carnitina líquida da melhor qualidade - pura e super concentrada, para o máximo poder de acção e absorção - e uma combinação específica de ingredientes, de acordo com as especificidades de cada metabolismo.

Com L-Carnitina ONFIRE GoldNutrition® os benefícios da prática de actividade física são promovidos ao máximo!
Sabores: Man – Pêssego | Woman – Cereja

Suplemento nutricional indicado para: 
- Diminuição da gordura corporal;
- Estimular o metabolismo;
- Aumentar a definição muscular;
- Aumentar a performance em modalidades de endurance, por aumento do VO2 max;
- Facilitar a recuperação após o exercício;
- Prevenção da fadiga muscular crónica.

 L-Carnitina On Fire Man Gold Nutrition:
Shots com 3g de L-Carnitina+Guaraná+Cafeína+Colina+CoQ10+Rhodiola rosea! Ajuda a diminuir a gordura, a estimular o metabolismo, a aumentar a definição muscular e a performance, a facilitar a recuperação e a prevenir a fadiga! Para homens que se preocupam com o seu corpo!

L-Carnitina OnFire Woman Gold Nutrition:
Shots com 3g de L-Carnitina + Chá Verde + Guaraná + Cafeína + Colina + Garcinia Cambogia + Ácido Hidroxicítrico + Galega officinalis! Ajuda a diminuir a gordura, a estimular o metabolismo, a aumentar a performance, a prevenir a fadiga e a controlar o apetite. Para mulheres que se preocupam com o seu corpo!


 L-Carnitina On Fire Gold Nutrition

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Estudo revela que dieta mediterrânica e vinho reduzem risco de doença mortal

Azeite virgem extra também reduz risco de doenças cardiovasculares em pessoas com risco alto.


 O consumo de vinho reduz o risco de mortalidade e o azeite virgem extra baixa a possibilidade de ocorrência de acidentes cardiovasculares, revela duas pesquisas da Universidade de Barcelona, no âmbito da dieta mediterrânica.

O primeiro estudo, realizado pelo Grupo de Investigação de Antioxidantes Naturais da Faculdade de Farmácia da Universidade de Barcelona, incidiu particularmente sobre alimentos com polifenol, substâncias caracterizadas por terem um ou mais hidroxilas ligadas a um anel aromático, contidas no vinho e sementes.

Com a participação de investigadores da Universidade Rovira i Vergili, de Tarragona, o grupo de trabalho realizou uma segunda pesquisa, em pessoas com idades entre 55 e 80 anos, demonstrando que o consumo de azeite virgem extra reduz o risco de doenças cardiovasculares em pessoas com um risco alto.

A investigação concluiu que uma dieta rica em polifenol permite uma redução significativa na mortalidade com qualquer causa, não só devida a enfermidades cardiovasculares.

Fonte: Lusa