sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Caminhadas são "comprimido" contra várias doenças

Caminhar 30 minutos por dia ajuda a prevenir inúmeras doenças relacionadas com o envelhecimento, desde a diabetes tipo 2, a certos tipos de cancro, passando por doenças do foro psiquiátrico como a depressão, defendeu esta semana um investigador britânico no evento British Science Festival, que decorreu em Birmingham.
Fazer caminhadas de pelo menos 30 minutos por dia é um exercício simples mas que funciona de forma quase “milagrosa” ajudando a prevenir o envelhecimento precoce e várias doenças, disse no encontro o médico James Brown, da School of Life and Health Sciences da Universidade de Aston (Reino Unido).
Além de prevenir a diabetes tipo 2, certos tipos de cancro e problemas como a ansiedade ou a depressão, James Brown revela que este exercício diário ajuda a reduzir em 40% determinadas lesões, como as fraturas de anca.

Segundo avança a imprensa britânica, o especialista defendeu ainda que as caminhadas diárias podem evitar a progressão da doença de Alzheimer e reforçar as funções cognitivas, além de reduzirem as dores provocadas pela artrite e de diminuirem em 23% o risco de morte.

"Comprimido mágico"

“Estes benefícios não se verificam nas pessoas que praticam exercício intensivo, como correr em maratonas ou fazer levantamento de pesos, verificam-se nas pessoas que caminham todos os dias", afirmou James Brown no encontro de cientistas e investigadores, referindo-se às caminhadas como "um comprimido mágico" mais eficaz do que qualquer medicamento.

O médico salientou os riscos de permanecer sedentário durante um longo período de tempo, sublinhando que isso pode levar a uma perda de massa muscular que nunca poderá ser recuperada. Brown avisa que esta situação, normalmente, reforça a inatividade pelo que deve ser prevenida.

Para ilustrar este caso, Brown apresentou os resultados de um estudo que comparou a recuperação de fraturas na perna em dois grupos: um com participantes jovens e outro grupo com participantes mais idosos.
Durante o tempo que estiveram com a perna imobilizada, os jovens perderam mais massa muscular (já que tinham mais músculo) mas recuperaram essa mesma massa muito mais rapidamente do que o grupo de participantes idosos, que ao fim de oito semanas ainda não tinha voltado à forma original.
Esta perda de massa, defende o especialista, pode levar as pessoas mais velhas a tornarem-se cada vez mais dependentes, além de poder conduzir a uma condição conhecida como “sarcopenia” que implica uma perda acentuada da força muscular. 

Fontehttp://boasnoticias.pt/

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Flavonóides do chocolate protegem a pele das agressões. Mas só 20 gramas por dia!

Comer chocolate todos os dias protege a pele do sol

Flavonóides do chocolate protegem a pele das agressões do sol

Cientistas norte-americanos concluíram que o consumo diário de cerca de 20 gramas de chocolate pode tornar as pessoas mais resistentes aos efeitos das radiações ultravioletas. 

"A nossa investigação demonstrou que o regular consumo de chocolate rico em flavonóides confere uma fotoproteção significativa e que pode ser efetiva na proteção da pele humana contra os efeitos ultravioletas", refere a investigação do National Institutes of Health.

estudo assevera que o chocolate negro é o que concentra o maior nível de flavonóides, de acordo com a Associação dos Industriais de Chocolates e Confeitaria.

Porém, os grãos de cacau perdem, durante o processo produtivo, uma parte significativa da capacidade antioxidante garantida pelos flavonóides. "O chocolate convencional não tem esse efeito", assegura o NIH.

Foram constituídos dois grupos, de 15 pessoas cada um. Um dos grupos consumiu chocolate rico em flavonóides durante 12 semanas, todos os dias, enquanto o outro ingeriu chocolate com baixo nível de flavonóides.

O grupo que ingeriu uma alta dose de flavonóides duplicou a proteção face aos raios ultravioletas, enquanto o outro grupo manteve os níveis que tinha no início do estudo.

Fonte: SAPO Saúde 

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Um em cada três casos de Alzheimer podia ser evitado com mudança do estilo de vida

Um em três casos de Alzheimer no mundo podia ser evitado, adianta um estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. 

Num 
artigo publicado na revista The Lancet Neurology, a equipa de cientistas britânicos analisou os sete principais fatores de risco para desenvolver a doença, a partir do levantamento de dados junto dos departamentos médicos.

Diabetes, hipertensão na meia-idade, obesidade na meia-idade, sedentarismo, depressão, tabaco e baixo nível de instrução foram enumerados como os fatores de risco mais relevantes.

Por isso, e segundo os cientistas, um terço dos casos de Alzheimer estão ligados a fatores ligados ao estilo de vida dos pacientes, que podem ser modificados, como a falta de exercício e o tabagismo.


Os investigadores concluíram que ao reduzir cada fator de risco em 10%, poderiam ser evitados quase nove milhões de casos da doença até 2050.

As estimativas atuais sugerem que mais de 106 milhões de pessoas vão ter Alzheimer em 2050, um valor três vezes acima o número de pessoas afetadas em 2010.

"Apesar de não haver uma única forma de tratar a demência, nós podemos tomar medidas para reduzir o risco de demência durante a velhice", comenta Carol Brayne, do Instituto de Saúde Pública da Universidade de Cambridge, citada pela BBC.

Entre os sete fatores de risco, a maior proporção de casos de Alzheimer nos Estados Unidos, Reino Unido e no resto da Europa pode ser atribuída à inatividade física. Segundo o estudo, um terço da população adulta destes países não pratica atividades físicas.

Fonte: SAPO Saúde

segunda-feira, 30 de junho de 2014

PASSATEMPO: Verão com BioActivo LipoExit Xtra


PASSATEMPO de Verão!! 

O calor parece que finalmente vai chegar e nós queremos dar uma ajudinha para se sentirem em forma para o Verão!!

Temos 3 embalagens de BioActivo LipoExit Xtra da Pharma Nord para oferecer!!

BioActivo LipoExit Xtra é uma fórmula reforçada com alcachofra. Combina 5 ingredientes-chave num só comprimido, que apoia o controlo do peso e a desintoxicação: FibrePrecise, Ascorbit, Pectinas, ChromoPrecise, Extrato de alcachofra.

É muito fácil… basta participar e tentar a sorte. Temos 3 embalagens para oferecer!

Regras do passatempo:
1. “Gostar” da página da Enetural no facebook (http://www.facebook.com/enetural.pt).
2. Comentar esta imagem do Passatempo, identificando 3 amigos (têm de escrever “@nome do amigo” para que este seja notificado).
3. Partilhar esta imagem do Passatempo (de forma publica) no vosso mural.

Têm até às 11h de dia 4 de Julho (6ªfeira) para o fazer.
Os 3 vencedores serão escolhidos aleatoriamente (random.org), de entre as pessoas que tenham seguido todos os passos.
Os vencedores serão divulgados no dia 4 de Julho, no fim do dia.

Para ficarem a conhecer melhor o produto, vejam-no na nossa loja online: http://www.enetural.com/pt/emagrecimento/bioactivo-lipoexit-xtra_7389593prd/ 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Sardinhas para as mulheres grávidas

Durante a gravidez, a necessidade de mais nutrientes é maior.

As mulheres grávidas devem, portanto, fazer o mais possível para garantir uma dieta variada.

De acordo com os nutricionistas, as sardinhas representam uma excelente fonte de cálcio, vitamina D e ferro, três nutrientes essenciais para a saúde da mãe e do feto.

Além disso, o elevado conteúdo de ómega-3 e de ácidos gordos presentes nas sardinhas permite o desenvolvimento neurológico do feto.

Se somarmos a isso o seu elevado teor de proteínas, obtém-se um excelente alimento para comer durante a gravidez.

Papaia: a fruta tropical que ajuda a combater o cancro!


Muito consumida em Portugal, a papaia é uma fruta tropical rica numa enzima utilizada há vários anos pela Naturopatia, a papaína. A eficácia das enzimas proteolíticas como a papaína foi alvo de uma revisão publicada em 2008 no Integrative Cancer Therapy.
Depois de analisar dezenas de estudos, esta revisão concluiu que a papaína e outras enzimas (tripsinam bromelaína) reduzem os efeitos secundários dos tratamentos químicos em pacientes com cancro da mama e coloretal.
Além de aumentarem a taxa de resposta ao tratamento, estas enzimas potenciam a duração das remissões e a sobrevivência média. O princípio ativo é a papaína, uma enzima de acção imunoestimulante, que tem a particularidade de ser anti-inflamatória, anti-infeciosa e antitumoral (antimetástases).
Propriedades:
  • Como fruta, a papaia estimula a digestão, podendo ser consumida no final de refeições mais pesadas e com mais gorduras.
  • É utilizada para reduzir a celulite.
  • As sementes são eficazes contra parasitas intestinais.
  • Em enzimoterapia, a papaína é utilizada como um anti-inflamatório rápido em tendinites, entorses, bursites, epicondilites e dores na coluna.
  • É, também, um coadjuvante da quimio e radioterapia em pacientes oncológicos, reduzindo os efeitos secundários dos tratamentos químicos (náuseas, vómitos, problemas digestivos, fadiga, perda de peso e/ou cansaço), aumentando a qualidade de vida.
  • Consumida fermentada, utiliza-se na prevenção do envelhecimento geral, sendo muito utilizada em doenças neurológicas como Parkinson e Alzheimer.
  • É imunoestimulante, podendo atuar como antiviral e anticancerígeno.

     O fruto pode ser consumido diariamente com moderação. Como terapia enzimática, a dose diária recomendada varia entre 200 e 1.000 mg, consoante a gravidade dos casos, sempre uma hora antes das refeições.
    Caso seja administrada durante as refeições, a única acção que se mantêm é a digestiva.
    Utiliza-se em associação com a enzima do ananás (bromelaína) e com a rutina em fórmulas enzimáticas disponíveis em farmácias e dietéticas.
    A papaia fermentada tem uma dose diária recomendada de 3 a 9 g, 10 minutos antes das refeições.
    Remédios caseiros:
    - Pequeno almoço anti-obstipação
    Faça uma taça com cereais integrais e sementes de papaia. Junte leite de soja.
    - Cataplasma para a acne
    Depois de fazer uma pasta, aplique a papaia directamente na face, fazendo uma máscara. Aguarde 30 minutos e retire. Para terminar, passe um gel de aloé vera com tea tree (óleo de árvore-do-chá).
Fonte: Revista Prevenir 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Um peixe gordo que previne doenças cardiovasculares e não só!

Muito apreciada pelos portugueses, a sardinha é um peixe gordo, saudável e nutritivo, rico em proteína e ómega-3, sendo também uma importante fonte de cálcio.
Selénio, fósforo e vitamina D são outros dos nutrientes que também encontra neste peixe, que além de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e de Alzheimer, também ajuda a combater a depressão.
Alguns estudos internacionais apontam uma relação entre o consumo de peixes gordos como a sardinha e a diminuição da incidência de artrite em pessoas que sofrem desta patologia. A American Heart Association (AHA) recomenda mesmo a ingestão deste tipo de alimento pelo menos duas vezes por semana. A sardinha, que se distingue ainda pelo seu teor de vitaminas do complexo B, é uma excelente fonte de ácido eicosapentaenóico (EPA) e de ácido docosahexanóico (DHA), dois ácidos gordos da família dos ómega-3.
Estas substâncias promovem o bom funcionamento do sistema imunológico, do sistema circulatório e dos sistemas hormonais. Vários estudos clínicos e epidemiológicos demonstraram que o consumo de ómega-3 oriundos de peixes gordos exercem efeitos benéficos sobre a saúde cardiovascular, contribuindo para uma redução da mortalidade por doenças cardiovasculares, uma vez que reduzem a pressão sanguínea, tal como a presença de triglicéridos no sangue e a formação de coágulos sanguíneos, reduzindo assim o risco de aterosclerose.
Uma porção de 100 g de sardinhas fornece cerca de 1 g de ómega-3, sendo a sardinha um dos seis peixes mais ricos em EPA e DHA, juntamente com a truta, a cavala, o atum, o arenque e o salmão. O conteúdo lipídico e de ómega-3 varia, contudo, consoante a época. A sardinha é mais rica em lípidos no verão do que no inverno, daí ser sobretudo consumida em Portugal nos meses de maior calor e tradicionalmente associada aos festejos dos Santos Populares.
Além de ácidos gordos, este peixe representa uma importante fonte de proteínas completas, porque contém os nove aminoácidos essenciais de que o organismo necessita. Os resultados de um estudo internacional mostraram que o consumo desta proteína aumentou a fibrinólise, além de prolongar o tempo de coagulação do sangue. Estes dois efeitos complementares podem ser benéficos para os indivíduos em risco de trombose. O fósforo presente na sardinha também ajuda a manter ossos e dentes saudáveis.
A par de vitamina B3 e de selénio, que combate os radicais livres, a sardinha é também uma fonte de ferro a ter em conta, sobretudo para as mulheres, que têm uma necessidade específica diferente da do homem no que se refere a este mineral, necessário para o transporte de oxigénio e para a formação de células vermelhas do sangue. Também desempenha um papel na produção de novas células, hormonas e neurotransmissores, mensageiros em impulsos nervosos.
A sardinha é ainda uma boa fonte de zinco para as mulheres, bem como de cobre, necessário para a formação de hemoglobina e de colagénio, substância utilizada para a estrutura da proteína e para a reparação de tecidos no corpo. Algumas das enzimas que contêm cobre também contribuem para a defesa do organismo contra os radicais livres, retardando os efeitos do envelhecimento.
Em termos práticos e objetivos, o seu valor nutritivo é inegável. 100 g de sardinhas contêm, em média, cerca de 208 kcal, cerca de 24,6 g de proteínas e 11,5 g de gordura, sendo dessa 1,5 g de gordura saturada, cerca de 3,9 g de gordura monoinsaturada, cerca de 5,2 g de gordura polinsaturada e 142 mg de colesterol, o que exige todavia alguma moderação no que se refere ao seu consumo.

Fonte: Revista Prevenir