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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Costumam beber um café antes de ir para a cama?

Costumam beber um café antes de ir para a cama? Então é melhor pararem com esse hábito!
Os resultados do estudo foram publicados na revista Science Translational Medicine não apenas para explicar por que motivo os consumidores noturnos de cafeína ficam acordados até tarde, mas também para oferecer a quem viaja uma oportunidade para programar a toma de cafeína e limitar os efeitos do jet lag, segundo os cientistas.
O estudo envolveu cinco voluntários escolhidos de maneira aleatória para consumir a quantidade de cafeína obtida num café espresso duplo três horas antes de dormir, serem expostos a uma luz forte ou ainda receberem um placebo.
Durante 49 dias, os voluntários foram estudados sob diferentes condições, e a sua saliva foi testada regularmente para controlar os níveis da hormona melatonina, responsável pela regulação dos ciclos do sono.
A cafeína é a droga psicoativa mais usada
Os investigadores descobriram que aqueles que tomaram cafeína em condições de baixa luminosidade experimentaram cerca de "40 minutos de atraso no ritmo da produção da melatonina", segundo o estudo. Aqueles que foram expostos a iluminação intensa três horas antes de dormir tiveram os seus relógios biológicos atrasados em 85 minutos. Quem ingeriu cafeína e ficou exposto a luz forte teve o ciclo da melatonina atrasado em 105 minutos. 
"Este é o primeiro estudo a mostrar que a cafeína, a droga psicoativa mais usada no mundo, tem uma influência no relógio biológico dos seres humanos", comentou o professor Kenneth Wright da Universidade do Colorado, Boulder.
Enquanto as descobertas reforçam o conselho - já presente no senso comum - para evitar o consumo de cafeína antes de dormir, o estudo também aponta para a possibilidade de que o uso apropriado da cafeína pode ajudar a renovar o relógio biológico de forma a evitar o jet lag.
Entretanto, mais estudos são necessários para determinar como os turistas que percorrem diferentes fusos horários podem usar a cafeína para se manterem acordados, indica Kenneth Wright.
"Será importante para controlar os distúrbios do sono induzidos pela cafeína sob tais condições, o que poderia piorar o jet lag", lê-se no estudo.
Fonte: http://lifestyle.sapo.pt/ por Nuno Noronha

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Bebem café sem açúcar? Então podem ser psicopatas!

É o que diz um estudo elaborado por dois docentes do Instituto de Psicologia da Universidade de Innsbruck, na Áustria. O gosto pelo amargo pode dizer muito sobre si. 

E não são coisas boas.

Dois investigadores da Universidade de Innsbruck, na Áustria analisaram as preferências alimentares de cerca de 1.000 pessoas, metade homens, metade mulheres, com uma média de 35 anos.
Na lista constava o mesmo número de alimentos doces, salgados, azedos e amargos, como por exemplo café sem açúcar, água tónica, vinagre, limão, e doces como rebuçados de caramelo e torta de chocolate.
Cada participante avaliou o quanto gostava de cada iguaria, numa escala de 0 a seis. No fim, responderam a perguntas relacionadas com personalidade e fizeram uma Avaliação Compreensiva de Tendência Sádica.
Resultado: as pessoas que gostam de sabores amargos têm traços de personalidade malévola e com forte tendência para o sadismo.
"Para as pessoas com traços sádicos, comer alimentos amargos pode ser comparado com uma montanha russa, por provocar emoções que induzem ao medo", diz Christina Sagioglou um dos autores do estudo.
A maioria dos seres humanos não gostam de alimentos amargos, explica Christina Sagioglou, porque na natureza plantas com esse sabor são, regra geral, venenosas.
Quem, pelo contrário, gosta de alimentos doces e não tolera os mais amargos, apresenta traços de uma personalidade mais simpática.
É o que diz o estudo que foi publicado na revista Appetite.

Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/mundo

terça-feira, 28 de abril de 2015

Descoberto novo benefício de beber café


Uma investigação da Universidade da Beira Interior (UBI), na Covilhã, indica que a cafeína pode influenciar a produção de espermatozóides, desde que em doses baixas ou moderadas, anunciou aquela universidade.
O investigador responsável pelo estudo, Pedro Oliveira, explica tratar-se de um "estudo preliminar que não permite estabelecer as doses específicas de cafeína que um adulto deve consumir", mas também salienta que "os resultados obtidos sugerem que a ingestão de uma dose diária de cafeína, correspondente a três ou quatro cafés ou cinco ou seis chávenas de chá, parece não ter efeitos negativos sobre as células de Sertoli" e, melhor, "parece ter efeitos promotores sobre o funcionamento metabólico das células".
"Os resultados indicam que a cafeína altera o metabolismo das células de Sertoli, as quais apoiam o desenvolvimento dos espermatozóides", explica igualmente Pedro Oliveira, citado em nota de imprensa enviada pela UBI.
Em resumo, embora seja necessário o desenvolvimento de "mais estudos para esclarecer a dose de cafeína que pode ser benéfica ou prejudicial para a função das células de Sertoli, os resultados sugerem que o consumo moderado parece seguro para a saúde reprodutiva masculina e promove condições para o desenvolvimento e sobrevivência dos espermatozoides", acrescenta.
A nota adianta que a investigação está a ser levada a cabo no Centro de Investigação em Ciências da Saúde da UBI e que foi recentemente publicada na revista cientifica Toxicology.
Segundo o referido estudo, "em doses baixas ou moderadas, o composto provoca que estas células produzam lactato, um elemento essencial para a espermatogénese acontecer".
"No entanto, quando a quantidade de cafeína é muito elevada, o efeito pode ser o contrário por uma oxidação maior das células".
A informação também aponta que a investigação foi realizada in vitro com células de Sertoli humanas provenientes de biopsias testiculares.
"Os investigadores aplicaram a estas células três doses diferentes de cafeína para imitar as concentrações observadas em consumidores pontuais, moderados e compulsivos de bebidas ricas em cafeína, tais como café, chá verde e chá preto", está especificado.
Os cientistas julgam que estas experiências são um bom modelo para compreender o que realmente acontece no corpo, considerando que as células de Sertoli são essenciais para a fertilidade masculina, já que definem a quantidade de espermatozóides que se formarão.
Deste modo, e considerando que "há outros alimentos e bebidas que contêm uma boa dose de cafeína, tais como cacau e alguns refrigerantes de cola, e que os resultados também indicam que doses elevadas deste composto interferem com o funcionamento das células, conduzindo a uma deterioração da fertilidade masculina", os cientistas acham relevante continuar-se a estudar os efeitos de outras doses de cafeína.
Fonte: Lusa/SOL

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Mais uma razão para beber café


Sabemos que o café traz vários problemas para a nossa saúde, mas também existem várias coisas boas por detrás desta bebida. Uma delas é o facto de prevenir o desenvolvimento de cancro no fígado, explica um relatório da World Cancer Research Fund.
Segundo os investigadores, o risco de desenvolver esta doença diminui 14% nos casos de pessoas que adoram café, lê-se no Huffington Post.
Este estudo foi feito com base de 34 investigações sobre a relação entre dietas, nutrição, actividade física e peso com o risco de desenvolver cancro. Ao todo, o estudo teve em conta o testemunho de 8.2 milhões de pessoas e 24.500 casos de cancro no fígado.
Os investigadores ainda não sabem o que leva o café a prevenir o aparecimento desta doença, mas acreditam que pode haver alguns componentes na bebida que combatem as toxinas. “Tanto o café como os extractos de café reduzem o impacto dos genes envolvidos em inflamações. E os efeitos parecem ser mais significativos no fígado”, explica o relatório.
Fonte: http://www.sol.pt/

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Bebem café de manhã?

São daqueles para quem o dia apenas começa depois de beber café? Sim?
Cuidado, porque os efeitos que esperam poderão nem sequer chegar! A investigação chega-nos dos Estados Unidos e está relacionada com a produção das hormonas que controlam os ciclos de sono. O responsável pela pesquisa diz que há uma hora certa para tomar a 'bica'.

O seu dia começa inevitavelmente com uma chávena de café? Pois bem, segundo um estudo recente, realizado nos Estados Unidos, há uma hora certa para o tomar, caso queira beneficiar dos efeitos da cafeína.


Steven Miller, o responsável pelo estudo, um doutorando em ciências da saúde da Universidade de Bethesda, estudou o ciclo circadiano, ou seja, a produção hormonal durante 24 horas, ‘o nosso guia’ para ditar a chegada do sono.

Miller descobriu que o cortisol, uma das hormonas que controla este ciclo e que nos faz sentir alerta, tem o seu pico de produção entre as oito e nove da manhã. Tomar cafeína neste período, diz o investigador, tem pouco impacto, porque o nosso corpo já está a produzir substâncias que nos deixam alerta. O cortisol diminui a eficácia da cafeína, e o café não tem efeito cumulativo.

Segundo Miller, o melhor para usufruir de todos os benefícios do café é coordenar a ingestão deste com a produção de cortisol, ou seja, entre 9h30h e 11h30, 13h30 e 17h, 19h e 21h e 0h e 1h, mais ou menos.
Fonte: noticias ao minuto