Uma medida fundamental em qualquer programa anti-celulite de sucesso é a actividade física.
O sedentarismo favorece a retenção de líquidos e de sódio entre as células.
Por sua vez, os exercícios melhoram a circulação e, consequentemente, a eliminação desses resíduos. E ainda colaboram para o emagrecimento - e sabemos que quadros mais acentuados de celulite ocorrem justamente em mulheres com excesso de peso.
Daí, a importância da actividade aeróbica (correr, caminhar, andar de bicicleta).
Mas existem outras modalidades que colaboram para a melhoria do problema. E há as que atrapalham, pelo menos na opinião de alguns especialistas.
O cirurgião plástico italiano Marco Gasparotti defende, por exemplo, que exercícios com muita carga, como a musculação com o objectivo de hipertrofia, podem piorar o quadro. Porque libertam altas doses de ácido láctico, substância nociva para o tecido cutâneo.
Outra teoria desfavorável leva em consideração a anatomia da pele - ao deixar os glúteos "rígidos" com musculação pesada, os septos (aquelas traves fibrosas que sustentam o tecido e comprimem a gordura) repuxariam ainda mais a superfície da pele, evidenciando as depressões.
Mas as duas teses ainda são polémicas. Muitos médicos acreditam que o problema está em exagerar na dose. Não há dúvidas que a musculação melhora o tónus principalmente do "bumbum", das coxas, do abdómen e dos tríceps, o que beneficia o quadro.
O ideal é combinar actividade aeróbica e localizada e, mais importante, manter a regularidade!
Os melhores exercícios contra a celulite:
Caminhada, corrida e bicicleta
Aeróbicas, essas actividades estimulam a circulação e queimam calorias. Dessa forma, as células de gordura não se sobrepõem umas às outras, evitando o aspecto acolchoado da celulite.
Natação e hidroginástica
Os movimentos na água podem funcionar como uma espécie de drenagem, que actua na retenção de líquidos, diminuindo o inchaço.
Ioga e pilates
Ao alongar a musculatura de forma profunda, foco dessas duas modalidades, os septos fibrosos que repuxam a pele para baixo se soltariam, já que estão inseridos na fáscia, membrana que reveste o músculo.
Musculação sem exageros
Mantém o metabolismo em alta e troca massa gorda por magra. Alguns pesquisadores acreditam que a hipertrofia (exercícios com muita carga) podem libertar toxinas que fazem mal à pele.
Fonte: Revista Boa Forma, por Marcia Kedouk
Fotos: Carlos Cubi, Alex Silva, João Avila
Como suplementos aconselhamos:
Depuralina Celulite Rebelde Pague 1 Leve 2
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Gotu Kola Solgar
Somatoline
Centella Asiatica
Terça-feira, 14 de Maio de 2013
Segunda-feira, 13 de Maio de 2013
Atenção ao Melanoma!
Já ouviram falar em melanoma?
Melanoma é um tipo de cancro que atinge o tecido epitelial, mais especificamente a pele.
Representa 5% dos tipos de cancro da pele, sendo o mais grave.
O melanoma origina-se nos melanócitos, células localizadas na epiderme, responsáveis pela produção de melanina e, portanto, pela cor da pele. É sempre maligno.
Em Portugal surgem, anualmente, cerca de 700 novos casos de melanoma maligno. Nos países ocidentais, todos os anos o melanoma tem aumentado.
Como identificar o melanoma?
Façam com regularidade um
auto-exame cutâneo para identificar possíveis problemas. Verifiquem o
tamanho, forma, bordo, cor e aplique a regra ABCDE:
- A: Assimetria (a forma do sinal é irregular, não redonda)
- B: Bordo (o contorno do sinal é irregular, mal delimitado)
- C: Cor (o sinal não apresenta uma cor uniforme, tem várias cores)
- D: Diâmetro (o diâmetro do sinal é superior a 5 mm)
- E: Espessamento recente
Se verificarem que um sinal se altera em pouco tempo, devem recorrer a um médico dermatologista.
Cuidados a ter:
- Aplicar protector solar de índice elevado
- Evitar a exposição solar no período entre as 11h e as 16 horas
- Usar óculos e chapéus
- Não fazer solário
O melanoma tem 10 vezes maior probabilidade de ocorrer em indivíduos de raça branca do que raça negra.
Qualquer
que seja o tipo de cancro ele merece toda a atenção, porque a maior
parte das vezes é na prevenção que está a salvação!!
Quinta-feira, 9 de Maio de 2013
Exercício aeróbico reduz risco de cancro da mama
O exercício físico pode reduzir o risco de desenvolvimento de cancro da mama ao alterar a forma como os estrogénios - hormonas sexuais femininas - são "decompostos", transformando-se em "subprodutos" bons para a saúde que contribuem para prevenir o aparecimento da patologia.
A conclusão é de um grupo de investigadores norte-americanos da Universidade de Minnesota, que descobriu que as mulheres que praticam atividade física - em particular exercício aeróbico - de forma regular produzem "subprodutos" dos estrogénios diferentes daquelas que levam uma vida saudável e que é aí que pode estar o segredo da prevenção.
"Várias investigações têm sugerido que a atividade física reduz o risco de cancro da mama, mas não há estudos clínicos que expliquem o porquê. O nosso é o primeiro estudo a provar que o exercício aeróbico influencia a forma como o organismo decompõe os estrogénios para produzir uma maior quantidade das substâncias boas que diminuem a probabilidade da doença", explica Mindy Kurzer, que coordenou o trabalho, em comunicado.
Os investigadores levaram a cabo um ensaio clínico (que recebeu o nome de Women In Steady Exercise Research - WISER) envolvendo 391 mulheres jovens, saudáveis, sedentárias e na pré-menopausa. As participantes foram divididas em dois grupos consoante a idade e o índice de massa corporal: 179 ficaram num grupo de controlo e 212 no grupo de intervenção.
As mulheres do grupo de controlo mantiveram o estilo de vida sedentário ao longo de todo o estudo, ao passo que as restantes passaram a cumprir 30 minutos diários de exercício aeróbico (moderado a vigoroso) cinco vezes por semana durante 16 semanas.
Durante o processo, os especialistas foram ajustando a intensidade do exercício às caraterísticas de cada voluntária para que o ritmo cardíaco máximo fosse uniforme entre todas as participantes. Além disso, recolheram amostras diárias de urina nos três dias antes e depois do estudo.
Mecanismo por trás do fenómeno está por descobrir
A equipa mediu, então, os níveis de três tipos de estrogénios e nove dos seus "subprodutos" - os chamados metabolitos - nas amostras de urina, tendo observado que aquelas que se exercitavam regularmente produziam mais 2-OHE1 e menos 16alpha-0HE1, o que aparece associado à redução do desenvolvimento de cancro da mama. Nos casos em que não existiu prática de exercício, não houve alterações.
"O exercício, que, como sabemos, melhora a aptidão física e a saúde do coração, também ajuda, portanto, a prevenir o cancro da mama, alterando o metabolismo do estrogénio", afirma Kruzer, defendendo, porém, que "é muito importante decifrar os mecanismos biológicos por trás deste fenómeno".
O seguimento do estudo, publicado na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, da American Association for Cancer Research, vai passar pela realização de ensaios semelhantes em mulheres com elevado risco de desenvolver a doença, que contarão com a colaboração de especialistas da Universidade da Pensilvânia.
Fonte: boasnoticias.sapo.pt 09/05/2013
A conclusão é de um grupo de investigadores norte-americanos da Universidade de Minnesota, que descobriu que as mulheres que praticam atividade física - em particular exercício aeróbico - de forma regular produzem "subprodutos" dos estrogénios diferentes daquelas que levam uma vida saudável e que é aí que pode estar o segredo da prevenção.
"Várias investigações têm sugerido que a atividade física reduz o risco de cancro da mama, mas não há estudos clínicos que expliquem o porquê. O nosso é o primeiro estudo a provar que o exercício aeróbico influencia a forma como o organismo decompõe os estrogénios para produzir uma maior quantidade das substâncias boas que diminuem a probabilidade da doença", explica Mindy Kurzer, que coordenou o trabalho, em comunicado.
Os investigadores levaram a cabo um ensaio clínico (que recebeu o nome de Women In Steady Exercise Research - WISER) envolvendo 391 mulheres jovens, saudáveis, sedentárias e na pré-menopausa. As participantes foram divididas em dois grupos consoante a idade e o índice de massa corporal: 179 ficaram num grupo de controlo e 212 no grupo de intervenção.
As mulheres do grupo de controlo mantiveram o estilo de vida sedentário ao longo de todo o estudo, ao passo que as restantes passaram a cumprir 30 minutos diários de exercício aeróbico (moderado a vigoroso) cinco vezes por semana durante 16 semanas.
Durante o processo, os especialistas foram ajustando a intensidade do exercício às caraterísticas de cada voluntária para que o ritmo cardíaco máximo fosse uniforme entre todas as participantes. Além disso, recolheram amostras diárias de urina nos três dias antes e depois do estudo.
Mecanismo por trás do fenómeno está por descobrir
A equipa mediu, então, os níveis de três tipos de estrogénios e nove dos seus "subprodutos" - os chamados metabolitos - nas amostras de urina, tendo observado que aquelas que se exercitavam regularmente produziam mais 2-OHE1 e menos 16alpha-0HE1, o que aparece associado à redução do desenvolvimento de cancro da mama. Nos casos em que não existiu prática de exercício, não houve alterações.
"O exercício, que, como sabemos, melhora a aptidão física e a saúde do coração, também ajuda, portanto, a prevenir o cancro da mama, alterando o metabolismo do estrogénio", afirma Kruzer, defendendo, porém, que "é muito importante decifrar os mecanismos biológicos por trás deste fenómeno".
O seguimento do estudo, publicado na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, da American Association for Cancer Research, vai passar pela realização de ensaios semelhantes em mulheres com elevado risco de desenvolver a doença, que contarão com a colaboração de especialistas da Universidade da Pensilvânia.
Fonte: boasnoticias.sapo.pt 09/05/2013
Quinta-feira, 2 de Maio de 2013
Unhas imPRESS | A solução para umas unhas de sonho!
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Terça-feira, 23 de Abril de 2013
Alimentos com Vitamina A são arma contra o cancro da próstata
O ácido retinóico - um químico feito a partir da vitamina A que pode
ser obtido através de alimentos como as cenouras ou os vegetais verdes
folhosos - pode ser uma boa arma contra o cancro da próstata, evitando a
sua progressão e ajudando a prevenir o seu aparecimento. A conclusão é
de uma equipa de investigadores britânicos e foi apresentada
recentemente.
De acordo com os especialistas da Universidade de York, em Inglaterra,
este ácido é capaz de voltar a "ligar" genes específicos presentes nas
células estaminais com cancro da próstata, diminuindo a capacidade da
doença de invadir os tecidos mais próximos.
A investigação mais recente dos cientistas ingleses sugere, portanto,
que os compostos de vitamina A têm potencial para ser utilizados na
melhoria dos tratamentos clínicos para este tipo de cancro que, só no
Reino Unido, é diagnosticado anualmente a cerca de 41.000 homens e é
responsável pela morte de mais de 10.000 por ano.
Químico ajuda a tornar a doença mais "tratável"
Químico ajuda a tornar a doença mais "tratável"
"O cancro surge porque as células saudáveis vão 'pelo caminho errado'.
Como alguns 'interruptores' são desligados, a doença tem espaço para
progredir. Por exemplo, as células normais ganham a capacidade de
crescer e invadir os tecidos circundantes", explica Norman Maitland,
principa autor do estudo e investigador do Yorkshire Cancer Research, em
comunicado.
"Descobrimos que há genes 'gémeos' específicos que são desligados nas
células afetadas pelo cancro da próstata maligno. Quando voltamos a
ligá-los com recurso ao ácido retinóico, o cancro torna-se menos
agressivo", esclarece o especialista, que acrescenta que este químico já
tem sido utilizado noutro tipo de cancro - a leucemia promielocítica
aguda -, aumentando substancialmente a esperança de vida.
De acordo com Maitland, no que toca ao cancro da próstata, este
trabalho surgere "que o ácido retinóico não precisaria de matar as
células estaminais da doença, convertendo-as, em vez disso, para uma
forma mais tratável".
Embora, há muitos anos, os cientistas saibam que a baixa concentração
de vitamina A no sangue dos homens está associada ao cancro da próstata,
os mecanismos por trás dessa realidade estavam ainda por compreender.
Portanto, "este é um desenvolvimento entusiasmante, que relaciona um
elemento da nossa dieta com as células do cancro da próstata", conclui o
especialista.
Fonte: boasnotícias.sapo.pt 17/04/2013
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Sexta-feira, 12 de Abril de 2013
JINDUNGO (PIRI-PIRI)
Quem coloca o jindungo no dia-a-dia está a levar, além de tempero, uma série de medicamentos naturais: analgésico, anti-inflamatório, xarope, vitaminas.
Benefícios que os povos primitivos descobriram há milhares de anos que agora estão a ser comprovados pela ciência.
O jindungo faz bem à saúde e seu consumo é essencial para quem tem enxaqueca. Essa afirmação pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, até hoje, acham que o condimento ardido deve ser evitado.
O jindungo traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas.. Nada disso é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto! A substância química que dá ao jindungo o seu carácter ardido é exactamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde.
No caso da pimenta-do-reino, o nome da substância é piperina. No jindungo, é a capsaicina. Surpresa! Elas provocam a liberação de endorfinas – verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica!
O mecanismo é simples: Assim que você ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina activam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria a pegar fogo. Tal informação, gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: você começa a salivar, a sua face transpira e seu nariz fica húmido, tudo isso no intuito de refrescá-lo.
Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, o seu cérebro, enganado pela informação que que a sua boca estava a pegar fogo, inicia logo a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar, uma euforia, um estado alterado de consciência muito agradável, causado pelo verdadeiro banho de morfina interna do cérebro. E tudo isso sem nenhuma gota de álcool!
Quanto mais arder o jindungo, mais endorfina é produzida! E quanto mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca.
E ainda há mais: as substâncias picantes do jindungo (capsaicina e piperina) melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago.
Possuem efeito carminativo (antiflatulência).
Estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente.
Existem cada vez mais estudos a demonstrar a potente acção antioxidante (anti-envelhecimento) da capsaicina e piperina.
Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que o jindungo, tanto do género piper (pimenta-do-reino) como do capsicum (jindungo), tem qualidades farmacológicas importantes. Além dos princípios activos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protectores do DNA celular.
Também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que previnem o cancro. Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde.
Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose.
Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de consumi-la, pois acreditam que possa causar mais mal do que bem.
Se você é uma delas, saiba que diversos estudos recentes têm revelado que o jindungo não é um veneno nem mesmo para quem tem hemorróidas, gastrite ou hipertensão.
DOENÇAS QUE O JINDUNGO CURA E PREVINE:
Imunidade Baixa – O jindungo tem sido aplicada em diversas partes do mundo no combate à SIDA com resultados promissores.
Cancro – Pesquisas nos Estados Unidos apontam a capacidade da capsaicina de inibir o crescimento de células de tumor maligno na próstata, sem causar toxicidade. Outro grupo de cientistas tratou seres humanos portadores de tumores pancreáticos malignos com doses desse mesmo princípio activo. Depois de algum tempo constataram que houve redução de 50% dos tumores, sem afetação das células pancreáticas saudáveis ou efeitos colaterais. Já em Taiwan os médicos observaram a morte de células cancerosas do esôfago.
Depressão – A ingestão da iguaria aumenta a liberação de noradrenalina e adrenalina, responsáveis pelo nosso estado de alerta, que está associado tb à melhora do ânimo em pessoas deprimidas.
Enxaqueca – Provoca a liberação de endorfinas, analgésicos naturais potentes, que atenuam a dor.
Esquistossomose – A cubebina, extraída de um tipo de pimenta asiática, foi usada numa substância semi-sintética por cientistas da Universidade de Franca e da Universidade de São Paulo. Depois do tratamento (que tem baixa toxicidade e, por isso, é mais seguro), a doença em cobaias foi eliminada.
Feridas abertas – É anti-séptica, analgésica, cicatrizante e anti-hemorrágica quando o seu pó é colocado directamente sobre a pele machucada.
Gripes e resfriados – Tanto para o tratamento quanto para a prevenção dessas doenças, é comum recomendar a ingestão de um pequeno jindungo por dia, como se fosse uma pílula.
Hemorróidas – A capsaicina tem poder cicatrizante e já existem remédios com jindungo para uso tópico.
Infecções – O alimento combate as bactérias, já que tem poder bacteriostático e bactericida, e não prejudica o sistema de defesa. Pelo contrário, até estimula a recuperação imunológica.
Males do coração – O jindungo caiena tem sido apontada como capaz de interromper um ataque cardíaco em 30 segundos.. Ela contém componentes anticoagulantes que ajudam na desobstrução dos vasos sanguíneos e activam a circulação arterial.
Obesidade – Consumida nas refeições, ela estimula o organismo a diminuir o apetite nas seguintes. Um estudo revelou que o jindungo derrete os "stocks" de energia acumulados em forma de gordura corporal. Além disso, aumenta a temperatura (termogênese) e, para dissipá-la, o organismo gasta mais calorias. As pesquisas indicam que cada grama queima 45 calorias.
Pressão alta – Como tem propriedades vasodilatadoras, ajuda a regularizar a pressão arterial.
Fonte: Publicação de Manuel Dias no Forum Intemporal
Benefícios que os povos primitivos descobriram há milhares de anos que agora estão a ser comprovados pela ciência.
O jindungo faz bem à saúde e seu consumo é essencial para quem tem enxaqueca. Essa afirmação pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, até hoje, acham que o condimento ardido deve ser evitado.
O jindungo traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas.. Nada disso é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto! A substância química que dá ao jindungo o seu carácter ardido é exactamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde.
No caso da pimenta-do-reino, o nome da substância é piperina. No jindungo, é a capsaicina. Surpresa! Elas provocam a liberação de endorfinas – verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica!
O mecanismo é simples: Assim que você ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina activam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria a pegar fogo. Tal informação, gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: você começa a salivar, a sua face transpira e seu nariz fica húmido, tudo isso no intuito de refrescá-lo.
Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, o seu cérebro, enganado pela informação que que a sua boca estava a pegar fogo, inicia logo a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar, uma euforia, um estado alterado de consciência muito agradável, causado pelo verdadeiro banho de morfina interna do cérebro. E tudo isso sem nenhuma gota de álcool!
Quanto mais arder o jindungo, mais endorfina é produzida! E quanto mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca.
E ainda há mais: as substâncias picantes do jindungo (capsaicina e piperina) melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago.
Possuem efeito carminativo (antiflatulência).
Estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente.
Existem cada vez mais estudos a demonstrar a potente acção antioxidante (anti-envelhecimento) da capsaicina e piperina.
Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que o jindungo, tanto do género piper (pimenta-do-reino) como do capsicum (jindungo), tem qualidades farmacológicas importantes. Além dos princípios activos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protectores do DNA celular.
Também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que previnem o cancro. Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde.
Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose.
Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de consumi-la, pois acreditam que possa causar mais mal do que bem.
Se você é uma delas, saiba que diversos estudos recentes têm revelado que o jindungo não é um veneno nem mesmo para quem tem hemorróidas, gastrite ou hipertensão.
DOENÇAS QUE O JINDUNGO CURA E PREVINE:
Imunidade Baixa – O jindungo tem sido aplicada em diversas partes do mundo no combate à SIDA com resultados promissores.
Cancro – Pesquisas nos Estados Unidos apontam a capacidade da capsaicina de inibir o crescimento de células de tumor maligno na próstata, sem causar toxicidade. Outro grupo de cientistas tratou seres humanos portadores de tumores pancreáticos malignos com doses desse mesmo princípio activo. Depois de algum tempo constataram que houve redução de 50% dos tumores, sem afetação das células pancreáticas saudáveis ou efeitos colaterais. Já em Taiwan os médicos observaram a morte de células cancerosas do esôfago.
Depressão – A ingestão da iguaria aumenta a liberação de noradrenalina e adrenalina, responsáveis pelo nosso estado de alerta, que está associado tb à melhora do ânimo em pessoas deprimidas.
Enxaqueca – Provoca a liberação de endorfinas, analgésicos naturais potentes, que atenuam a dor.
Esquistossomose – A cubebina, extraída de um tipo de pimenta asiática, foi usada numa substância semi-sintética por cientistas da Universidade de Franca e da Universidade de São Paulo. Depois do tratamento (que tem baixa toxicidade e, por isso, é mais seguro), a doença em cobaias foi eliminada.
Feridas abertas – É anti-séptica, analgésica, cicatrizante e anti-hemorrágica quando o seu pó é colocado directamente sobre a pele machucada.
Gripes e resfriados – Tanto para o tratamento quanto para a prevenção dessas doenças, é comum recomendar a ingestão de um pequeno jindungo por dia, como se fosse uma pílula.
Hemorróidas – A capsaicina tem poder cicatrizante e já existem remédios com jindungo para uso tópico.
Infecções – O alimento combate as bactérias, já que tem poder bacteriostático e bactericida, e não prejudica o sistema de defesa. Pelo contrário, até estimula a recuperação imunológica.
Males do coração – O jindungo caiena tem sido apontada como capaz de interromper um ataque cardíaco em 30 segundos.. Ela contém componentes anticoagulantes que ajudam na desobstrução dos vasos sanguíneos e activam a circulação arterial.
Obesidade – Consumida nas refeições, ela estimula o organismo a diminuir o apetite nas seguintes. Um estudo revelou que o jindungo derrete os "stocks" de energia acumulados em forma de gordura corporal. Além disso, aumenta a temperatura (termogênese) e, para dissipá-la, o organismo gasta mais calorias. As pesquisas indicam que cada grama queima 45 calorias.
Pressão alta – Como tem propriedades vasodilatadoras, ajuda a regularizar a pressão arterial.
Fonte: Publicação de Manuel Dias no Forum Intemporal
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Quinta-feira, 11 de Abril de 2013
Proteína da clara de ovo ajuda a reduzir hipertensão
Uma proteína presente nas claras de ovo poderá ajudar a reduzir a
hipertensão arterial, um dos principais fatores de risco nas doenças cardíacas.
A conclusão é de um grupo de investigadores chineses que acredita que o seu
consumo poderá auxiliar os pacientes no controlo da tensão.
Os cientistas da Universidade de Jilin, na China, descobriram um peptídeo -
um pequeno fragmento de proteína - capaz de reduzir a hipertensão arterial com a
mesma eficácia que um fármaco normalmente prescrito para esta patologia, o
Captopril.
Os investigadores deram este peptídeo, denominado RVPSL, a ratinhos com
tensão arterial elevada e observaram que a administração da proteína atenuou os
sintomas. Agora, avança a imprensa internacional, a equipa espera poder dar
início a um ensaio clínico em humanos.
A descoberta foi dada a conhecer durante a conferência nacional da American
Chemical Society, que decorreu recentemente em Nova Orleães, nos EUA. "O
peptídeo da clara de ovo poderá ser útil para tratar ou prevenir a hipertensão",
afirmou Zhipeng Yu, que coordenou a investigação.
Segundo os especialistas, 50 miligramas do peptídeo RVPSL aparentam ter o
mesmo efeito que 10 miligramas de Captopril, um dos inibidores de uma enzima que
contribui para a hipertensão arterial.
Além disso, esta proteína parece sobreviver a altas temperaturas, pelo que
o facto de cozinhar os ovos não lhe retira as suas propriedades. Desta forma, o
consumo de claras de ovos poderá ser uma forma eficaz de ajudar os pacientes a
manterem a pressão arterial baixa, em especial se combinado com medicação para o
problema.
Os ovos têm sido descritos, durante muito tempo, como sendo prejudiciais
para a saúde devido ao elevado teor de colesterol, mas várias investigações
recentes sugerem que, afinal, são mais saudáveis do que os especialistas eram
levados a querer.
Fonte: boasnotícias.sapo.pt 10/04/2013
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